07 Excelentes motivos para não votar em Dilma Rousseff.


ATUALIZADO: 06/10/2014


Antes de mais nada eu gostaria de deixar uma coisa bem clara: Não, eu não tenho nada contra a Dilma, porém não sou a favor da forma como ela governa, nem da forma como fala em público, e nem de nada que é relacionado ao partido ao qual ela pertence: PT. Minha família toda vota no PT, minha mãe inclusive sempre foi "fã" do Lula, e votou sempre nele, e vivia me estimulando para votar nele, que ele foi uma pessoa muito boa para o Brasil, e que quando a Dilma assumisse o poder poderia ser outro Lula em nossas vidas (tadinha gente, tão inocente, mesmo depois dos trinta anos).

O fato é que se você for analisar tudo o que você encontra na internet a respeito de coisas boas ou ruins sobre alguma pessoa que está na midia, você vai encontrar muitos textos e vídeos que defendem aquela pessoa que quer queimar, e você vai encontrar textos e vídeos com fatos, com comprovações verídicas e investigações que podem completar uma pauta contra determinada pessoa por determinado ato. Não tenho o menor interesse em votar na senhora Dilma Rousseff, e deixarei aqui neste pequeno texto o motivo do por que eu não quero adotar o governo do PT para o pais que tanto amo. E ai, vamos lá?

01 - Dilma não cumpre com a palavra, e deixa tudo para ultima hora: Quem é que não sabe disso, não é? A maioria dos "projetos idealizados" ou comandados até agora por Dilma, foram projetos que ela resolveu inviabilizar em questões de atrito com as pessoas, ou seja: Um projeto só saia da pauta, quando ela via que as pessoas estavam cansadas de esperar por algo que sabia que não iria vir, ou até mesmo: Próximo de épocas políticas, isso já é uma joga velha para todos, não é não ? E como é que foi todo aquele "auê" para terminar todos os estádios que foram gastos bilhões de reais do fundo publico, a onde ela se quer dava as caras? Quem aparecia para falar em publico era quem ? Ronaldinho, o ex presidente Lula, e o cabeça oca do Pelé.


A risada do ministro ali do loado, não foi atoa. Ou foi?


Em um debate na Russia antes mesmo da realização da copa, Dilma disse que o Brasil é considerado o "pais do futebol", e que temos cinco títulos (até agora, tudo bem), que iria investir o máximo possível para que esta fosse a copa das copas, prometeu até mesmo um trem bala para um transporte mais rápido para todos de um estadio para o outro, ou de uma região a outra, a obra custaria em torno de R$315,000,000 (trezentos e quinze milhões de reais). E depois que chegou a copa, o que aconteceu mesmo? Todos os estádios estavam prontos, porém alguns com risco de desabar, e mesmo assim foram proibidos pela fifa de fazer uma ultima vistoria para terem total certeza de que nada iria acontecer (via).

Ao ouvir as promessas e palavras um tanto absurdas da nossa queridíssima presidente Dilma, uma senhora retrucou com o seguinte comentário: "Senhora presidenta, a senhora prometeu milhares de unidades de saúde, a senhora prometeu milhares de creches, a senhora prometeu até trem bala para a copa, agora a senhora promete "a copa das copas", senhora presidente, esses tipos de promessas aqui na Europa, é um  absurdo (risos), alguém poderia me ajudar?"

E um senhor então logo acrescentou a seguinte frase "Em 2007, o governo desta senhora prometeu não usar dinheiro publico para realização da copa do mundo no Brasil (e de onde veio todo o dinheiro mesmo?). O presidente Lula declarou em 2010 que "viria nadando da Africa, caso o Brasil não ficasse pronto para copa", "então cuidado Lula, para não causar dor de estomago aos tubarões", deem uma breve olhada no vídeo na integra compartilhado na rede social do Facebook:






Dilma também declarou que "a roubalheira" e a "corrupção" já existia muito antes da chegada do PT ou de sua posse no cargo como presidente. E que as "vaias" que recebeu no inicio da copa, só a faziam pensar que "estava mais forte" no ibope, e que estaria despreocupada em relação aos votos que irá receber nas eleições. (fonte).

Veja este breve vídeo do movimento que se iniciou no facebook intitulado "#QueroMeDefender":





2 - Quem tá de fora, na verdade..Ta dentro: Quem é que não vê sempre na televisão ou até mesmo na internet o descaso que o brasileiro passa em escolas, hospitais, clinicas, e até mesmo na fila do Sus? A quantidade de pessoa que morre esperando por atendimento, ou que não consegue se locomover, por que a qualidade do transito é péssima, as leis são todas falhas e o estado não faz nada para ajudar! Porém, mesmo com tanta obra ai parada para ser finalizada por desculpa de falta de dinheiro, a nossa presidenta consegue sim dinheiro, mas não para o Brasil...Para financiar um porto em Cuba, que custaria no valor de E$701,000,000 (setecentos e um milhões de reais). (fonte: Uol). 

Obra da transposição do rio São Francisco (abandonada no governo Dilma)

Como se ser vaiada não fosse o suficiente, agora a nossa querida presidente, também compra pesquisas falsas. A pesquisa mais recente coloca Dilma ao lado de Aécio neves, tendo Aécio com 23% de aprovação, e Dilma com 20%, a suspeita ocorreu depois de setembro de 2013 quando havia comprado direitos de fraudar uma pesquisa (existe isso?!). Enquanto a pesquisa que foi divulgada pelo seu governo mostrava uma aprovação de 91% da população, uma nova pesquisa foi feita na internet, e aparentemente o grau de desaprovação é de 67% (fonte). E a diretora responsável pela pesquisa, assumiu a fraude, o que dizer? (fonte).

03 - Acusada de crimes pelos venezuelanos: Os venezuelanos que estão indo às ruas protestar fizeram um vídeo para correr o mundo. Em poucas horas, enquanto escrevo, já foi acessado mais de 130 mil vezes. Nele, a presidente Dilma Rousseff aparece como cúmplice de assassinatos, de espancamentos, de tortura, de prisões arbitrárias. Pior: isso tudo é verdade. Uma jovem explica, em espanhol, com legenda em inglês, por que a população está na rua. Traduzo um trecho:

– porque estamos cansados de enfrentar longas filas para comprar leite, farinha, açúcar, óleo e papel higiênico;
– porque um venezuelano é assassinado a cada 20 minutos;
– porque nos matam para roubar um telefone celular;
– porque não temos como saber o que se passa em nosso próprio país desde que o governo censurou ou fechou os meios de comunicação independentes;
– também protestamos porque estudantes e líderes políticos estão presos apenas por discordar do governo;
– não é justo viver assim.

E aí vem o momento constrangedor. A estudante venezuelana afirma que tudo isso se passa sob o silêncio cúmplice dos governos da região. Nessa hora, a imagem que aparece é a da presidente Dilma Rousseff. Veem-se cenas impressionantes da truculência das forças de repressão.

O vídeo termina com um pedido: “Compartilhe com seus familiares, amigos e colegas de trabalho. Nós, os venezuelanos, precisamos de vocês”. Assisti e, confesso, ao ver a imagem da presidente Dilma como uma das cúmplices da barbárie, senti vergonha.

Mais mortos

No post que escrevi ontem de manhã, informei que Nicolás Maduro, o presidente da Venezuela, havia incitado as milícias chavistas a bater nos manifestantes. Essa informação só aparece hoje na imprensa brasileira, quando já se conhecem as consequências de seu convite.

É que eu tinha lido no fim da noite de quarta detalhes de seu discurso na homenagem que fez a Chávez. Ele recorreu a uma expressão que, na verdade, é do ditador defunto. Dirigindo-se às milícias, recomendou: “Candelita que se prenda, candelita que se apaga”. Traduzindo: “Chama que se acende, chama que se apaga”. Traduzindo de novo, mas agora na linguagem da truculência que toma conta do país: a cada vez que manifestantes de oposição saírem às ruas, as milícias devem enfrentá-las e neutralizá-las imediatamente.

É coisa de delinquente. O relato do jornal El Universal do que se deu nesta quinta é aterrador. No fim da manhã, um grupo de motoqueiros chavistas chegou para retirar o bloqueio de uma rua do bairro Los Ruices. Os moradores deram início, então, a um panelaço para protestar contra a ação desses motoqueiros, que começaram a lançar garrafas e pedras contra os apartamentos.

Chegaram, em seguida, os milicianos armados com pistolas e coquetéis molotov. Houve tentativa de invasão de edifícios residenciais, rechaçadas pelos moradores a garrafadas. Um dos fascistoides chavistas jogou uma bomba incendiária contra um veículo, que pegou fogo. Os bombeiros chegaram e foram agredidos pela canalha. A Guarda Nacional interveio. O conflito resultou em duas mortes: um sargento de 21 anos e um mototaxista, de 25. Só os milicianos portavam armas. Agora já são 21 os mortos desde o início do conflito. Muita gente foi presa. Enquanto escrevo, não se sabe o número.

É evidente que Nicolás Maduro é responsável por essas mortes. O que esperar de um país em que é o presidente da República a pregar o confronto de rua, especialmente quando se sabe que os brucutus do chavismo foram armados pelo próprio governo?

É esse o regime que Dilma endossa ao afirmar que a posição do Brasil é aquela expressa na nota criminosa emitida pelo Mercosul. Que figure como cúmplice de mortes, pancadaria e tortura, convenham, é mais do que justo.

Por Reinaldo Azevedo: Revista Veja

04 - Queimou mais do que nunca a imagem do Brasil lá fora: Quem foi que não viu quando saiu na internet que uma revista francesa havia listado e estampado sua capa esportiva de uma das revistas mais conceituadas com uma mensagem um tanto degradante a imagem do Brasil? Quem? Você não? Então, você pode conferir clicando aqui, que esta completamente disponível. O interessante é que a matéria cita que o governo foi de mal a pior nas mãos da nossa presidenta. Aaaah, e ficaram sabendo? A Bélgica recomendou a seus habitantes que ao virem para Brasil, trouxessem consigo muito dinheiro, para o caso de serem assaltados (fonte).


05 - O passado a condena, mais do que você imagina: Documento traz ministra Dilma Rousseff como alguém de ficha suja, com crimes, por exemplo, de assalto a bancos
   Pré-candidatos a cargos eletivos, principalmente aqueles que concorrem na majoritária, devem começar a se preparar para o bombardeio que tradicionalmente surgem no calor da campanha eleitoral, marcado por denúncias, dossiês e exposição pública até da vida pessoal. Cada um se defende como pode. A ministra-chefe da Casa Civil é pré-candidata do PT à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, por exemplo, será questionada sobre sua militância organizada de esquerda nos idos de 1967 na organização Política Operária (Polop) no planejamento ou na execução de ações armadas contra a ditadura militar (64-85). Atuou como guerrilheira e foi acusada de praticar uma série de crimes.
   Há um documento divulgado na internet, cuja autenticidade não se pode atestar oficialmente, que enquadra Dilma como terrorista e assaltante de bancos. Trata-se de uma ficha datilografada em papel em tom amarelo. A ministra é acusada até de ter participado do plano de sequestro em 1969 do então ministro Delfim Netto (Fazenda) pela organização guerrilheira à qual pertencia, a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Quando questionada, Dilma costuma dizer que desconhecia o plano.
   Dilma Vana Rousseff é filha de uma família de classe média alta de Belo Horizonte. Seu pai, falecido quando ela tinha 14 anos, era advogado e construtor búlgaro naturalizado. Sua mãe, uma professora de Friburgo (RJ), foi criada em Uberaba (MG). A hoje ministra entrou na militância organizada nos anos 60. Tinha na época 19 anos e era estudante de economia. Ela se casou com o também militante e jornalista Cláudio Galeno Linhares. Os dois logo estariam na dissidência que queria a luta armada contra a ditadura.
    Ex-guerrilheira, Dilma foi presa e recuperou seus direitos políticos com a Lei de Anistia, de 79.  Foi ministra da pasta das Minas e Energia entre 2003 e junho de 2005; secretária da Fazenda de Porto Alegre (86-88); presidente da Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul (91-93); e secretária de Estado de Energia, Minas e Comunicações daquele Estado (1993-1994 e 1999-2002). Em 2002, coordenou a equipe de Infra-Estrutura do Governo de Transição instituído pelo presidente Lula.
 Em entrevista, Dilma tem contestado o rol de ações criminais imputadas a ela. Os assaltos e ações armadas que constam da ficha foram de responsabilidade de organizações revolucionárias das quais a ministra nega ter participação. Assegura ainda que essas ações foram objeto de processos judiciais e que não foi indiciada, ou seja, não sofreu condenação. Já para a oposição, Dilma promoveu, sim, crimes no passado com pretexto de defender a redemocratização do país. (fonte).
06- A militante e seus arquivos: Como não poderia deixar de ser, o passado da candidata Dilma Rousseff tem atraído especial atenção da mídia. Sua participação em organizações clandestinas de resistência à ditadura, particularmente a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares), poderia ser um incentivo para uma reavaliação da história recente do Brasil. Mas essa oportunidade está sendo, mais uma vez, perdida, com o aval da própria candidata, que se recusa a dar declarações sobre o tema. 
O Supremo Tribunal Militar esconde fontes inestimáveis para essa reavaliação, dentre elas os originais dos processos nos quais Dilma Rousseff é acusada. Infelizmente, o acesso a eles é extremamente difícil, limitado ou simplesmente proibido pelas autoridades. Por sorte, cópias desses processos integram a coleção Brasil Nunca Mais, seu conteúdo é público e pode ser consultado por pesquisadores e interessados no Arquivo Edgard Leuenroth – Centro de Pesquisa e Documentação Social, sediado no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas.
A coleção integra o acervo do Arquivo desde 1984, quando foi doada por Dom Paulo Evaristo Arns, um dos artífices do projeto Brasil Nunca Mais. A pesquisa desses documentos pode esclarecer episódios importantes de nossa história recente, mas pouca coisa acrescentará ao que já se sabe sobre a participação de Dilma Rousseff na resistência à ditadura. Os processos relatam que ela foi presa no dia 16 de janeiro de 1970 na rua Augusta, em São Paulo, em plena luz do dia. Os autos não registram que portasse arma ou tivesse oferecido resistência. Investigações realizadas na casa onde morava também não encontraram armas, somente alguns folhetos e um livreto de Stalin intitulado Estratégia e Tática. Apenas má literatura política.
No inquérito policial de 30 de janeiro de 1970, Dilma Vana Rousseff Linhares era chamada de “Joana D’Arc da subversão”, uma “figura feminina de expressão tristemente notável”. Segundo seus acusadores, Dilma “chefiou greves, assessorou assaltos a bancos”, mas não é dito que greves ou que bancos. Ao contrário, a inquisição continuou de modo vago afirmando: “Não há (como) especificar sua ação, pois tudo o que foi feito no setor teve sua atuação direta”.
Para a infelicidade de alguns, entretanto, não há nada nesses processos que vincule diretamente Dilma Rousseff a ações armadas, como sequestros, expropriações ou atentados contra alvos civis e militares, nem mesmo a greves ou manifestações estudantis. Ao contrário. Mesmo seus inquisidores não conseguiram estabelecer esse vínculo, não restando --senão- acusá-la vagamente de “subversão”. 
Após sua prisão, Dilma foi levada para a sede da Operação Bandeirantes (Oban), em São Paulo. No dia 26 de fevereiro foi lavrado o Auto de Qualificação e Interrogatório, no qual consta um longo depoimento assinado pela presa. Nesse depoimento, Dilma afirmou ter chefiado o Setor de Operações da VAR-Palmares e, posteriormente, os setores Operário e Estudantil. Citou, também, uma grande quantidade de militantes, fornecendo detalhes sobre a participação destes em reuniões ou ações da organização. Seu nome, com frequência, aparece associado nesse e em outros depoimentos de militantes à administração do dinheiro proveniente do famoso assalto ao cofre que o ex-governador Adhemar de Barros possuía na casa de sua amante Anna Capriglioni.
Mas a veracidade desse relato precisa mesmo assim ser contestada. Em uma apelação judicial, a atual candidata à Presidência desmentiu o depoimento prestado, afirmando que ele teria sido obtido “mediante coação física, moral e psicológica”. Em outro Auto de Qualificação e Interrogatório, a acusada repete que “foi torturada física, psíquica e moralmente; que isto se deu durante vinte e dois dias após o dia 16 de janeiro (quando foi presa)”. Por fim, em novo interrogatório, realizado em 21 de outubro de 1970, Dilma Rousseff afirmou não reconhecer nenhuma das testemunhas de acusação, com a exceção de Maurício Lopes Lima, um dos torturadores.
Apesar da evidente farsa judicial, o nexo entre Dilma Rousseff e as ações armadas da VAR-Palmares não foi estabelecido sequer por seus acusadores. Sua militância política era, entretanto, muito mais intensa do que ela afirmou em seus depoimentos, com o propósito de dificultar a acusação a ela e a seus companheiros. O cruzamento das informações contidas nesses processos com outras fontes dá a entender que Dilma, ao contrário do que afirmou no depoimento de outubro de 1970, havia sido ativa na organização chamada Comando de Libertação Nacional (Colina). Mas também nessa organização, ao que parece, não desempenhou ações armadas.
Ao final do processo no Tribunal Militar, Dilma Rousseff foi condenada a quatro anos de prisão e a dez anos sem direitos políticos. Sobreviveu à ditadura. Diferente foi o caso de muitos de seus companheiros de resistência que sucumbiram na luta, como Eduardo Collen Leite, o Bacuri, executado em dezembro de 1970, no sítio do delegado Sérgio Paranhos Fleury; Iara Iavelberg, morta, segundo depoimentos, após ser torturada no Dops da Bahia, em 1971; e Carlos Lamarca, executado em 1971 no interior da Bahia.
Tortura, assassinato, desaparecimento, sequestro e exílio são palavras aterrorizantes. Para escrever a história deste País é preciso fazer uso delas. Relembrar esses episódios é difícil e angustiante, mas não é possível deixar esse passado definitivamente para trás sem torná-lo uma ameaça presente. Cabe à memória recordar a barbárie para que ela não tenha lugar. Suprimir a memória para não perder votos não é boa coisa. Falsificá-la para ganhá-los também não.
*Alvaro Bianchi é diretor do Arquivo Edgard Leuenroth e professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) (fonte).
Até mesmo os jogadores da Alemanha ficaram espertos com a nossa presidenta:

07- Dinheiro para o pais, está em falta: Descaso em hospitais, falta de investimento na educação e nas áreas hospitalares de quase todos os estados, falta de policiamento (e assim surgem os justiceiros), falta de leis firmes, e falta de investimento na saúde pública. O Brasil está no ranking das trinta e cinco piores em ranking global, ficando em 88º lugar.(fonte)(colocação).
Veja abaixo a colocação do Brasil:
Indicador de educaçãoPosição no ranking (entre 122 países)
Acesso
Taxa de matrícula na educação básica69º
Taxa de matrícula na ensino superior76º
Diferença de gênero na educação
Qualidade
Acesso à internet nas escolas86º
Qualidade do sistema educacional105º
Qualidade das escolas de educação básica109º
Qualidade do ensino de matemática e ciências112º
Qualidade de gerenciamento das escolas43º
Conclusão
Pessoas com mais de 25 anos com ensino médio57º
Pessoas com mais de 25 anos com ensino superior64º
EDUCAÇÃO (geral)88º

Fora, que o governo não tem dinheiro para investir na segurança dos brasileiros em sí, mas na época da copa gastou mais de dois bilhões de reais com guardas para tudo quanto é lado. Mas no dia a dia que é bom..Nada.


07- O pt é contra a democracia:O PT não gosta da democracia. E não é de hoje. Desde sua fundação foi predominante no partido a concepção de que a democracia não passava de mero instrumento para a tomada do poder. Deve ser recordado que o partido votou contra a aprovação da Constituição de 1988 – e alguns dos seus parlamentares não queriam sequer assinar a Carta. Depois, com a conquista das primeiras prefeituras, a democracia passou a significar a possibilidade de ter acesso aos orçamentos municipais. E o PT usou e abusou do dinheiro público, organizando eficazes esquemas de corrupção. O caso mais conhecido – e sombrio – foi o de Santo André, no ABC paulista. Lá montaram um esquema de caixa 2 que serviu, inclusive, para ajudar a financiar a campanha presidencial de Lula em 2002. Deve ser recordado, que auxiliares do prefeito Celso Daniel, assassinado em condições não esclarecidas, hoje ocupam posições importantíssimas no governo (como Gilberto Carvalho e Míriam Belchior).
Antes da vitória eleitoral de 2002, os petistas já gozavam das benesses do capitalismo, controlando fundos de pensão de empresas e bancos estatais; e tendo participação no conselho gestor do milionário Fundo de Amparo ao Trabalhador. Os cifrões foram cada vez mais sendo determinantes para o PT. Mesmo assim, consideravam que a “corrupção companheira” tinha o papel de enfrentar o “poder burguês” e era o único meio de vencê-lo. Em outras palavras, continuavam a menosprezar a democracia e suas instâncias.
Chegaram ao poder em janeiro de 2003. Buscaram uma aliança com o que, no passado, era chamado de burguesia nacional. Mas não tinham mudado em nada sua forma de ação. Basta recordar que ocuparam mais de 20 mil cargos de confiança para o partido. E da noite para o dia teve um enorme crescimento da arrecadação partidária com o desconto obrigatório dos salários dos assessores. Foi a forma petista, muito peculiar, de financiamento público, mas só para o PT, claro.
Não satisfeitos, a liderança partidária – com a ativa participação do presidente Lula – organizou o esquema do mensalão, de compra de uma maioria parlamentar na Câmara dos Deputados. Afinal, para um partido que nunca gostou da democracia era desnecessário buscar o debate. Sendo coerente, através do mensalão foi governando tranquilamente e aprovando tudo o que era do seu interesse.
O exercício do governo permitiu ao PT ter contato com os velhos oligarcas, que também, tão qual os petistas, nunca tiveram qualquer afinidade com a democracia. São aqueles políticos que se locupletaram no exercício de funções públicas e que sempre se colocaram frontalmente contrários ao pleno funcionamento do Estado democrático de Direito. A maior parte deles, inclusive, foram fieis aliados do regime militar. Houve então a fusão diabólica do marxismo cheirando a naftalina com o reacionarismo oligárquico. Rapidamente viram que eram almas gêmeas. E deste enlace nasceu o atual bloco anti-democrático e que pretende se perpetuar para todo o sempre.
As manifestações de desprezo à democracia, só neste ano, foram muito preocupantes. E não foram acidentais. Muito pelo contrário. Seguiram e seguem um plano desenhado pela liderança petista – e ainda com as digitais do sentenciado José Dirceu. Quando Gilberto Carvalho disse, às vésperas do Natal do ano passado, que em 2013 o bicho ia pegar, não era simplesmente uma frase vulgar. Não. O ex-seminarista publicizava a ordem de que qualquer opositor deveria ser destruído. Não importava se fosse um simples cidadão ou algum poder do Estado. Os stalinistas não fazem distinção. Para eles, quem se opõem às suas determinações, não é adversário, mas inimigo e com esse não se convive, se elimina.
As humilhações sofridas por Yoani Sánchez foram somente o começo. Logo iniciaram a desmoralização do Supremo Tribunal Federal. Atacaram violentamente Joaquim Barbosa e depois centraram fogo no ministro Luiz Fux. Não se conformaram com as condenações. Afinal, o PT está acostumado com os tribunais stalinistas ou com seus homólogos cubanos. E mais, a condenação de Dirceu como quadrilheiro – era o chefe, de acordo com o STF – e corrupto foi considerado uma provocação para o projeto de poder petista. Onde já se viu um tribunal condenar com base em provas, transmitindo ao vivo às sessões e com amplo direito de defesa? Na União Soviética não era assim. Em Cuba não é assim. E farão de tudo – e de tudo para o PT tem um significado o mais amplo possível – para impedir que as condenações sejam cumpridas.
Assim, não foi um ato impensado, de um obscuro deputado, a apresentação de um projeto com o objetivo de emparedar o STF. Absolutamente não. A inspiração foi o artigo 96 da Constituição de 1937, imposta pela ditadura do Estado Novo, honrando a tradição anti-democrática do PT. E o mais grave foi que a Comissão de Constituição e Justiça que aprovou a proposta tem a participação de dois condenados no mensalão e de um procurado pela Interpol, com ordem de prisão em mais de cem países.
A tentativa de criar dificuldades ao surgimento de novos partidos (com reflexos no tempo de rádio e televisão para a próxima eleição) faz parte da mesma estratégia. É a versão macunaímica do bolivarianismo presente na Venezuela, Equador e Bolívia. E os próximos passos deverão ser o controle popular do Judiciário e o controle (os petistas adoram controlar) social da mídia, ambos impostos na Argentina.
O PT tem plena consciência que sua permanência no poder exigirá explicitar cada vez mais sua veia antidemocrática. (Fonte)

10 OUTROS MOTIVOS PARA NÃO VOTAR EM DILMA:

1) Baixo crescimento econômico e Inflação: Até mesmo o sempre otimista ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou recentemente que a economia está crescendo ‘com as duas pernas mancas’. Após uma evolução de 2,7% em 2011, 1% em 2012, o PIB deve cresceu 2,3% em 2013. Caso a previsão dos economistas ouvidos semanalmente pelo Banco Central se confirme e o PIB do próximo ano fique em 2%, Dilma concluirá seu mandato como a presidente que obteve o menor crescimento econômico desde Fernando Collor de Mello.
2) A prometida reforma agrária simplesmente não houve: A trajetória do governo Dilma é dramática nessa área. Seu governo foi responsável pelos três piores resultados desde 1994 em termos de número de famílias assentadas – foram 22.021 famílias em 2011, 23.075 em 2012 e, segundo o ministro do Desenvolvimento Agrário, seriam cerca de 30.000 em 2013. Nos três primeiros anos do governo Fernando Henrique Cardoso foram assentadas duas vezes e meia mais famílias e no mesmo período do governo Lula, mais de três vezes mais famílias.
3) Péssimo diálogo com os trabalhadores: os dirigentes das centrais sindicais têm reclamado constantemente da dificuldade de serem recebidos pela presidente e da demora em avançar na pauta trabalhista, especialmente em relação ao fator previdenciário e à redução da jornada de trabalho. Em congresso do PT no ano passado, o presidente da CUT, Vagner Freitas, atacou: “Entendemos que o governo Dilma tem que ter um marco que deixe claro o seu compromisso com a classe trabalhadora, porque com os empresários já teve”.
4) Prevenção de desastres: nos três primeiros anos de sua gestão, dos R$ 2,3 bilhões destinados a contenção de encostas, por exemplo, menos de 10% foi efetivamente pago: R$ 208 milhões. Em obras de drenagem e manejo de águas pluviais, foi pago R$ 1,26 bi nesses três anos, mas os projetos existentes preveem repasses de R$ 9,9 bilhões.
5) Número baixo de creches e quadras construídas: é improvável que as duas metas sejam cumpridas. Após três anos de governo, foram entregues 1.267 das 6.000 creches prometidas em 2010 – sendo que em abril do ano passado a presidente Dilma ainda havia ampliado a promessa dizendo que o número de creches chegaria a 8.685. Segundo o MEC, das 10.000 quadras cobertas prometidas, apenas 44 foram entregues e outras 370 quadras esportivas não cobertas foram construídas.
6) Não houve erradicação do analfabetismo em seu governo: em 2012, segundo o IBGE, pela primeira vez em 15 anos a taxa de analfabetismo subiu no Brasil. Pelos dados, hoje 8,7% da população ainda não sabe ler nem escrever.
7) Ampliação das Unidades de Pronto Atendimento: a meta mais alardeada pela presidente Dilma Rousseff na área de saúde era a construção de 500 UPAs. No entanto, apenas 29 UPAs foram colocadas em funcionamento, totalizando 173 unidades inauguradas ao longo de sua gestão.
8) Mobilidade Urbana: o Portal da Transparência informa que o governo só executou efetivamente R$ 2,5 bilhões dos R$ 7,9 bilhões previstos para as 45 obras de mobilidade urbana previstas para o mundial. Dos 206 empreendimentos previstos no PAC, que envolvem R$ 93 bilhões, apenas metade começou a ser efetivamente construído e R$ 2,6 bilhões foram pagos nos três primeiros anos do governo Dilma.
9) Financiamento da cultura: o projeto do Procultura, apresentado pelo Executivo em janeiro de 2010, segue tramitando lentamente no Congresso Nacional e no mês de novembro de 2013 foi finalmente aprovado na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara. Agora, ele ainda precisa de passar pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo plenário antes de seguir para o Senado.
10) Combate à corrupção: o relatório da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) divulgado em dezembro informou que houve uma redução drástica no número de operações de combate à corrupção nos últimos anos. O total de indiciamentos nesses crimes caiu de 10.164, em 2007, para 1.472, em 2013 — uma redução de 86%.
FONTE: O Globo
Esquema de fraude no programa "mais médicos" criado por Dilma. Leia na integra nos portais: G1 | abril | Data Folha | UOL

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