5 pontos que fazem de pessoas tímidas, pessoas criativas.



Talvez você nunca tenha parado para pensar nesse ponto, mas uma coisa que você não sabe, é que pessoas tímidas podem ser mais criativas do que pessoas que costumam interagir mais, que costumam correr atras dos ideais. 

É claro que pessoas que buscam novos horizontes, novos conhecimentos, e está sempre com sede de mais conhecimento através de leitura, de livros, de pesquisas conseguem sim chegar a seus ideais.

Essa publicação é basicamente uma comparação de como eu enxergo pessoas tímidas, e como elas sendo como são consegue ir mais longe, conseguem ser mais inteligentes, e como elas sendo como são conseguem se destacar e ter mais conhecimento do que quem passa horas lendo.


01 - Elas são mais observadoras


Pessoas tímidas quase nunca gostam de se relacionar diretamente com as pessoas, e não são muito de falar, justamente pelo fato de serem tímidas, o que as influência diretamente na obtenção de conhecimento indireto. Como? Se você está em uma aula e interage bastante, você obtém respostas, e na maioria das vezes a sua pergunta é a resposta que outra pessoa também precisa para tirar uma duvida, mas não tem coragem de perguntar. 

Quem geralmente é tímido presta mais atenção em uma situação, em uma aula, em um livro, em um filme e em uma conversa de roda entre amigos, por que quase nunca tem algo para se dizer ou se acrescentar a conversa, e todo aquele conhecimento acaba ficando armazenado e armazenado. Imagina quanto conhecimento o seu amigo do lado que nunca disse um "Oi" pode conter e você nem saber?


02- Elas se expressão melhor


Pode parecer que não, mas é. Pessoas tímidas geralmente tendem a procurar outras coisas para fazer. Enquanto você está em uma balada, tem um amigo tímido lendo um livro, enquanto você está em um barzinho com os amigos, eles estão lendo um artigo.

A complexabilidade atingida por pessoas em busca do conhecida ajuda e muito na hora de se expressar, por fim: Pessoas que observam mais tendem a prestar mais atenção no que se está sendo falado, debatido por que não tendem a ficar conversando desnecessidades na sala de aula com os colegas.


Os tímidos são pensadores.

pensando
As pessoas tímidas tendem a refletir internamente – muito. E, às vezes, a mente delas simplesmente não quer desligar. Mas, segundo Taylor, tanto pensar nem sempre é negativo. “A timidez não deve ser vista como algo com o qual você não pode lidar ou que é insuperável”, ele explica. “Acho que é bom para as pessoas não enxergá-la como impedimento, mas como uma maneira de pensar ativamente quando você entra numa situação.”
Com o avanço da tecnologia, a arte do pensamento profundo pode ter sido perdida, dando lugar à troca rápida de tarefas. Mas deixar-se mergulhar fundo no pensamento tem vantagens. Para começar, nosso processo criativo – algo que é altamente valorizado na força de trabalho de hoje – se beneficia quando a mente corre solta. As pessoas que são pensadoras melhores também têm mais capacidade de tomar decisões bem pensadas.
Entretanto, Taylor observa, existe uma diferença crucial entre reflexão profunda e refletir em excesso (e afligir-se demais), especialmente no caso de pensamentos sobre uma situação específica. Às pessoas tímidas que se preocupam quando precisam enfrentar um desafio ou acontecimento específico, o psicólogo aconselha abordar a situação temível devagar, se você começar a sentir ansiedade. Ao enfrentar aquilo que o deixa inseguro, diz Taylor, você se sentirá menos apreensivo. “Nosso cérebro é incrível – ele se adapta bem”, diz ele. “Encarando as situações que normalmente o deixam tímido como provas e depois como sucessos, você conseguirá superar a dificuldade.”

São observadores.

observador
As pessoas tímidas muitas vezes prestam atenção a elementos nas conversas ou no ambiente em torno que podem passar despercebidas dos outros – e depois podem fazer uso disso para criar laços sociais, diz Taylor. “O fato de você ser tímido não quer dizer que se mantenha alheio de situações sociais. Na realidade, pode tornar-se uma fonte de força, já que você será o observador na sala.”
Os indivíduos mais reservados também possuem uma capacidade superior de entender as expressões faciais das outras pessoas. Num estudo feito na Southern Illinois University em Carbondale, pesquisadores encontraram uma ligação entre adultos de idade universitária que eram tímidos e a capacidade de identificar expressões de tristeza e medo, melhor que as pessoas não tímidas. “Tendemos a ter uma visão negativa dos tímidos”, escreveu a pesquisadora Laura Graves O’Haver na LiveScience, aludindo ao estudo. “Seria bom focar sobre esses lados positivos da timidez.”

São ouvintes.

escutar
Enquanto a maioria das pessoas associa a timidez com o distanciamento de conversas, nem sempre é esse o caso. Na realidade, os tímidos podem acabar sendo as melhores pessoas com quem conversar, devido ao fato de ficarem tão sintonizados com o que cada pessoa no grupo está dizendo. Num ensaio em profundidade sobre ocusto da timidez, os psicólogos Bernardo Carducci e Philip Zimbardo explicam que, embora a timidez possa “frear” uma pessoa, o ímpeto natural do tímido de absorver uma conversa pode ser seu maior ponto forte.
“Se conseguirem superar a pressão que eles mesmos se impõem para dar respostas espirituosas, os tímidos podem ser ótimos interlocutores, porque prestam atenção de fato (o difícil para eles é quando se espera que deem uma resposta). De acordo com Doreen Arcus, de Harvard, as crianças tímidas possuem empatia especial. Os pais das crianças que ela estuda lhe dizem que “mesmo quando era muito pequena a criança tímida parecia ser sensível, empática e boa ouvinte. Essas crianças parecem ser amigas ótimas, e seus amigos são muito leais a elas e as valorizam muito.” Mesmo entre crianças, a amizade requer alguém para falar e alguém que se disponha a ouvir.

Eles se importam com o que os outros pensam a seu respeito.

Parte da razão pela qual as pessoas tímidas se sentem tão desconfortáveis em situações sociais é a preocupação avassaladora com a impressão que estão passando para as outras pessoas. Os tímidos se importam profundamente com o que os outros pensam deles, e, se isso for tratado de modo sadio, eles podem beneficiar-se disso para formar vínculos sociais. “É difícil ser observador, e na nossa sociedade é melhor ser ator – mas ter consciência do que pensam as pessoas à sua volta pode ser visto como um ponto forte”, diz Taylor. “Algumas pessoas até acham a timidez atraente. Elas gostam de alguém que tenha consciência de si.”
Mas há um ponto, contudo, em que preocupar-se com as opiniões dos outros pode se tornar prejudicial, especialmente se o tímido já é envergonhado. Mas a razão por que nos preocupamos com o que os outros pensam talvez não seja apenas um traço de personalidade – também é inerente à experiência humana. Afinal, preocupar-se com as opiniões dos outros ilumina centros cerebrais “de recompensa”, segundo pesquisa do University College London e da universidade Aarhus, na Dinamarca.
Eles podem ficar agitados ou nervosos (mas isso é apenas um sinal de sua inteligência).
Se você alguma vez já observou uma pessoa tímida torcendo as mãos, estalando os dedos ou mexendo a perna nervosamente, pode ser porque estão pensando profundamente. Embora as teorias neurológicas que explicam esse tipo de movimento nervoso ainda sejam em grande medida um mistério, estudos revelam que o “hábito nervoso” conhecido pode ser ligado ao processamento mental.
Karen Pine, pesquisadora de gestos e professora de psicologia na Universidade de Hertfordshire, disse ao HuffPost que esses movimentos constantes de mãos e pernas podem ser sinal de funcionamento cognitivo aumentado. “Existe também algo chamado hipótese da carga cognitiva, que sugere que quando precisamos lidar com pensamentos ou problemas complexos descarregamos parte da carga cognitiva no movimento, desse modo liberando recursos para serem dedicados ao processo mental. Não posso afirmar que essa seja uma explicação conclusiva dos hábitos nervosos, mas essas descobertas sugerem que a movimentação nervosa pode estar ligada ao modo em que o indivíduo processa seus pensamentos e sua fala.”
Os movimentos nervosos podem não apenas ajudá-lo a pensar: estudos sugerem que pode beneficiar nossa saúde física. Pesquisas publicadas pelo periódico Medicine & Science in Sports & Exercise constataram que movimentos – como tamborilar com os dedos sobre a mesa – podem de maneiras pequenas, nos ajudar a manter nossa boa forma física. Um estudo de 2008 concluiu que as mulheres em forma física melhorfrequentemente fazem movimentos nervosos, além de ficar em pé e caminhar ao longo do dia.
Eles nem sempre são introvertidos, mas são tão subvalorizados quanto os introvertidos.

introvertido

Timidez e introversão muitas vezes são usados como sinônimos, mas não são a mesma coisa. A sociedade tende a desvalorizar tanto a introversão quanto a timidez básica, mas as duas coisas podem apresentar benefícios leves. Num artigo de opiniãopublicado no New York Times, a autora Susan Cain questiona a aversão que nossa cultura sente por essas características básicas de personalidade, citando o fato de muitos enxergarem a timidez leve como transtorno social e doença. A timidez geral, ela argumenta, não é uma doença, mas um fenômeno biológico – e uma característica à qual não é dado o devido valor.
“Isso presta um grave desserviço a todos nós, porque a timidez e a introversão – ou, mais precisamente, o temperamento cuidadoso e sensível do qual ambos muitas vezes nascem – não apenas são normais, como valiosos. E podem ser essenciais para a sobrevivência de nossa espécie. 
[...]
Mas a timidez e a introversão compartilham um status subvalorizado em um mundo que preza a extroversão. Hoje as carteiras das crianças nas salas de aula muitas vezes são dispostas em grupinhos, porque a participação no grupo supostamente conduz a melhoras no aprendizado. Em uma escola que visitei, um cartaz anunciando as “Regras para o Trabalho em Grupo” incluía a frase: “Não é permitido pedir ajuda à professora a não ser que todos em seu grupo tenham a mesma dúvida”. Muitos adultos trabalham para organizações que hoje dão tarefas para ser feitas por equipes, em escritórios sem paredes, para supervisores que valorizam as ‘habilidades para trabalhar com outros’ acima de qualquer outra coisa. Como sociedade, preferimos a ação e não a contemplação, assumir riscos em vez de tomar cuidado, a certeza e não as dúvidas. Estudos mostram que qualificamos pessoas que falam rapidamente e com frequência como sendo mais competentes, amáveis e até mais inteligentes que as pessoas que falam mais devagar.”

Via: BrasilPost

Um comentário:

  1. Nossa me identifiquei super com esse post!! Você praticamente me descreveu. Haha
    Parabéns pelo blog!!
    - Beijão
    http://oquequeremoslivros.blogspot.com.br/

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