[CRÍTICA] Aeon Flux

Titulo: Aeon Flux
Ano: 2006
Direção: Karyn Kusama
IMBD:5,5
Avaliação: 3,0


Sinopse: Daqui a 400 anos no futuro, uma doença dizimou grande parte da população da Terra. A cidade de Bregna é povoada por sobreviventes e também por cientistas, que comandam o local. Lá também existe um grupo de rebeldes liderado por Handler (Frances McDormand) e que conta com a participação da justiceira Aeon Flux (Charlize Theron), que é enviada a uma missão em meio aos cientistas. É quando ela descobre os segredos guardados da atual realidade do planeta.


Resenha
O contexto de Aeon Flux gira em torno de um acontecimento histórico no ano de 2011, onde um vírus mata metade da população mundial. Um cientista chamado Trevor GoodChild desenvolve uma cura, e os únicos habitantes que ainda existem sobre a face da terra, vivem em Bregna - que também é, á ultima cidade da terra -.

A dinastia Goodchild governou por 400 anos, até surgirem outros seres que se rebelam contra o regime goodchild, intitulados "monicanos". Bregna não é somente a última civilização de todo o planeta terra, mas também é uma espécie de gaiola. Após o vírus devastar todo o planeta, a dinastia Goodchild constrói bregna e lhe dá "fronteiras", até onde os seres sobreviventes podem ou não ir. 

Porém, nem tudo é perfeito como aparenta. Dentro das paredes de Bregna, pessoas desaparecem o tempo todo, e o governo não acata as denúncias dos desaparecimentos das pessoas por parte da família, e nega ter conhecimento destes crimes. - E é por estas pessoas desaparecidas, e pela real liberdade de todos, e o direito de ir além das divisões de bregna, que os monicanos lutam, Aeon Flux, é uma deles.


crítica

De um lado temos um regime, que aparentemente tinha bons planos para toda a civilização que estava sob o seu controle, do outro lado temos rebeldes que vão contra o princípio de como este regime age na vida das pessoas.

Goodchild por mais que aparentasse tentar manter todos em uma civilização longe de doenças e problemas, também os mantinha em um cativeiro, e não acatava nenhuma de suas denuncias de desaparecimentos de pessoas.

Monicanos eram rebeldes que eram contra o regime, por que os métodos usados para manter aquelas pessoas vivas não eram apropriados, por que enquanto o regime estivesse no poder, todos eles teriam que pagar um auto preço, e toda a sociedade era lembrada disso, todos os dias.

Retrato da vida real: Alguém em busca de seus próprios interesses, tem seus planos interrompidos por pessoas que tem uma ideologia de pensamento diferente das que eles seguem, e claro, acabam sempre entrando em conflito.

Levando em consideração todo o roteiro, podemos dizer que o filme, não é de todo mal. Personagens com missões bem imprevisíveis, e você nunca consegue dizer qual será a próxima cena, ou o que virá á ocorrer.

Mas Aeon Flux é um daqueles filmes a onde a supremacia feminina existe e comanda á todo momento a trama. Não se trata apenas de ficção científica, mas também de suspense, ação e uma boa dose de paixão.

A direção é perfeita, e a história fantástica, fantasiosa. Eu até diria que o filme foi produzido com detalhes inspirados em outras obras cinematográficas, mas todos as produções aqui lembradas por mim, vieram pós-Aeon.


[CRÍTICA] Aeon Flux [CRÍTICA] Aeon Flux Reviewed by Vitor Lessa on sexta-feira, maio 27, 2016 Rating: 5

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