Os livros mais polêmicos de todos os tempos


A grande verdade é que a polêmica não existe, existe apenas uma divergência de ideias. Quando não se acredita em uma ideia, ou não se aceita um "fato" que por muitos é a grande verdade absoluta ou quando não se absorve uma ideia que beneficiaria de alguma forma outras pessoas além de você, isso gera um conflito entre os demais conflitantes que possuem a plena convicção de que você deveria levar o mundo à sua volta, mais em consideração do que a si mesmo.

Enquanto as pessoas não souberem de fato o que é livre arbítrio existiram na terra pessoas que estão atentas e prontas para se posicionarem contra seu comportamento, ideologia, e vida.

Os livros que se seguem contem um contexto considerado por muitos "apelativo", "forte", "negligente" ou blasfemo.


A lista foi construída levando em consideração publicações de outros blogs, opiniões de amigos e outros mais.



1. Jeremiah - LeRoy

O livro ficou conhecido por falar abertamente de prostituição, pedofilia e abuso sexual infantil. No seu auge do lançamento foi considerado um dos livros mais polêmicos por se tratar da vida do autor, assim que "a poeira baixou" o autor revelou que as histórias contidas no livro não eram de suas reais experiências mas sim de uma operadora de telessexo contratada.


2. Deus, um Delírio  - Richard Dawkins

Já temos uma resenha no blog, é isso mesmo produção? E você pode lê-la por inteira clicando aqui.


Deus, um delírio é considerado um dos livros mais blasfemos de todos os tempos. Dawkins usa todo o seu saber e conhecimento biológico e filosófico para reafirmar à sua ideia de que Deus não existe, e ele mesmo relata tudo em primeira pessoa por dez longos capítulos.


3. Versos satânicos - Salman Rushdie

outros livros considerado completamente blasfemo, só que dessa vez a religião atacada foi o Alcorão. O livro relata um acidente de dois muçulmanos que sobreviveram e reapareceram com chifres, rabo e auréola. A ideia central da crítica - dizem por ai - foi que a religião pode ser o anjo da terra, mas seus dogmas não.






4. A bíblia - Autores Diversos

O livro que conquistou milhares de seguidores em todo o mundo. A bíblia é de origem desconhecida, apesar de diversos historiadores terem estudado e estudado, ninguém sabe ao certo quando este livro surgiu e nem o ano de sua publicação. O contexto fala sobre a criação de tudo o que existe no mundo, e como acontecerá o desfeche de tudo o que conhecemos como material para o mundo espiritual. Atualmente já são mais de dois bilhões de adeptos em todo o mundo.


5. A teoria da Evolução - Charles Darwin

Claro que um livro que vai de encontro ao que é pregado e ensinado nos livros sagrados das religiões estaria na lista. A teoria da evolução de Charles Darwin explica de forma clara e direta como surgiram e como sucedeu toda a vida na terra, confrontando as ideias de religiosos de todas as religiões. O livro foi considerado blasfemo (apesar de todo seu contexto científico e biológico) por diversas religiões, e desde então, nunca mais saiu da lista.


6. 120 dias de sodoma - Marques de Sade

A podridão e o lado negro do ser humano em um só livro. A obra retrata a vida de quatro libertinos franceses que capturam algumas adolescentes e abusam sexualmente das mesmas durante o período de carcere. O livro foi proibido na Alemanha, Grã-Bretanha e na Coréia do Sul.







7. Lolita - Vladmir Nabokov

Lolita conta a história de um professor com perversidades sexuais que inicia um relacionamento com sua aluna de doze anos, o livro é repleto de trechos impróprios, impuros e considerados inadequados para qualquer público. Rejeitado por mais de quinze editoras, o livro se tornou um sucesso quando publicado pela editora Alfaguara.







8. Madame Bovary - Gustave Flaubert




Romance fictício, conta a vida de madame Bovary uma mulher que se entrega aos prazeres da carne e adultera seu casamento.




9. A interpretação dos sonhos - Sigmund Freud

O pai da psicanálise também não passou batido. A interpretação dos sonhos por mais que fosse um livro de estudos e de cunho informativo não foi bem aceito e muito menos recebido pelos pensadores e estudiosos de seu tempo. O livro fala sobre e projeção do inconsciente e afirma que todos os sonhos podem ter uma ligação com a realidade, as interpretações de sonhos eróticos foram os maiores motivos para tamanho alvoroço.


10. O Evangelho segundo Jesus Cristo


Mais um livro que perfura o coração dos cristãos e da igreja cristã. José Saramargo expõe suas ideias de forma que sua narração mostre (atenta) como Jesus era um homem comum, qualquer, que não tinha grandes habilidades e que ninguém nos dias de hoje é capaz de provar o contrário. É um livro ácido que pode ser complementado com o livro "Deus, um delírio" de Dawkins.



11. Eixo da civilização - Margaret Sanger


Margaret Sanger pode ser considerada a Srª Hitler de saias. Seu livro é um contexto repleto de palavras de ódio destiladas diretamente à todo público ao qual era perseguido pelo Führer alemão. Na concepção de Sanger todo Judeu, epilético, negro ou deficientes físicos, merecem a morte, não somente pelo fato de serem inferiores, mas também por serem impuros e não serem "uma criação divina".


12. O príncipe - Nicolau Maquiável
O livro mais estudado do mundo também está no nosso ranking dos livros mais polêmicos. Maquiável expõe suas ideias sobre como a politica de fato é, e que precisamos enxerga-la como é, e não como achamos que deve ser. "Os fins justificam os meios", ou seja, o governante deve fazer o que achar necessário dentro do seu governo para manter sua autoridade e poder. Por causa da aplicação que ditadores deram as ideias de Maquiavel, o termo "maquiavélico" acabou se tornando sinônimo de perversidade. Embora exista várias interpretações a cerca do livro, e uma delas você pode ler aqui, nossa querida resenha.


13. Mein Kampf - Adolf Hitler


A “cartilha do nazismo” expressava as ideias antissemitas e racistas do ditador, que escreveu o primeiro dos dois volumes na prisão. Foi meio que uma sementinha da 2a Guerra Mundial e do Holocausto, já que, em suas páginas, Hitler persuadia os alemães a combater os judeus, que, segundo ele, pretendiam dominar o país. O estado da Baviera, na Alemanha, se recusa a reeditar a obra ou permitir republicações

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