[CRÍTICA] Uma mente brilhante

Titulo: Uma mente brilhante
Roteiro: Akiva Goldsmann 
Direção: Ron Howard
Gênero: Biografia | Drama
Ano: 2001
IMDB: 8,2
Avaliação:10/10

John Nash é um matemático prolífico e de pensamento não convencional, que consegue sucesso em várias áreas da matemática e uma carreira acadêmica respeitável. Após resolver na década de 1950 um problema relacionado à teoria dos jogos, que lhe renderia, em 1994, o Prêmio de Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel (não confundir com o Prêmio Nobel), Nash se casa com Alicia. Após ser chamado a fazer um trabalho em criptografia para o Governo dos Estados Unidos, Nash passa a ser atormentado por delírios ealucinações. Diagnosticado como esquizofrênico, e após várias internações, ele precisará usar de toda a sua racionalidade para distinguir o real do imaginário e voltar a ter uma vida normal assim como seus amigos.


REPRODUÇÃO
Uma mente brilhante é produção cinematográfica dirigida por Ron Howard e adaptada por Akiva Goldsman baseado no livro hômonio de Sylvia Nasar que narra a vida e frustrações do matemático John Forbes Nash. A obra de Sylvia recebeu diversas adaptações e alguns acréscimos à história de vida de Nash, o que não foi nenhum pouco recebido pelo público, mas como o foco da obra era se tornar extremamente dramática e mostrar a verdadeira realidade de um esquizofrênico.

Fissionado pela sua formação e extremamente admirado por todos ao seu redor, Nash tem uma grande reputação à se dedicar e zelar. Desde sempre Nash foi tão empenhado em seus estudos que sua comunicação fora das salas de aula e de suas horas de estudo eram quase que nulas. Com uma capacidade intelectual invejável e uma carreira promissora, John começa à receber inúmeros trabalhos que iam diretamente de encontro com sua capacidade prolífica. 

Após resolver um problema em 1950 com um esquema de jogos John recebe outros vários trabalhos, dentre eles - descriptografar documentos para o governo dos Estados Unidos da América - o que lhe renderia mais tarde, diversos delírios, crises esquizofrênicas, problemas de socialização e uma dupla personalidade.

Convencido de que seu poder intelectual abrange mais fronteiras das que as que lhe cercam, John começa à se dedicar ainda mais ao seu trabalho, e durante a realização de um deles conhece a mulher que se torna sua esposa - Alícia, com quem se casa, tem um filho e uma vida conturbada por consta das alucinações do marido, da ausência da vida conjugal e o estado de espírito atual do marido.


A adaptação da obra da autora britânica Sylvia Nasar, é louvável e digna de premiação por tamanha abrangência, sucessão dos fatos e contexto histórico. O roteiro do diretor Howard excluiu todas as modificações feitas na obra de Nasar, o que deixou a história da biografia de vida do matemático mais interessante e muito mais intensa - Preservando ainda todo o suspense que a autora conseguira apenas com seus acréscimos. 

Diferente de todos os contextos já encontrados e relatados em outros filmes, uma mente brihante possui uma "enxurrada" de informações relacionadas a psicologia que não são totalmente expressas em outros filmes da mesma categoria.


REPRODUÇÃO
Nash sempre teve uma vida comum até realizar determinado trabalho, e suas alucinações começaram depois de uma experiência traumática causada durante a execução de um de seus trabalhos. A esquizofrenia não surge desde cedo em sua vida, e nem durante outros trabalhos "comuns" do seu cotidiano, mas em uma situação específica, o que me levou a pensar diversas vezes: A esquizofrenia pode se manifestar com o passar do tempo em uma pessoa que antes levava uma vida comum, ou existem casos de esquizofrênicos que são ativados devido à um surto de nervos? Afinal, é algo hereditário ou parcial? 

Incrivelmente incrível. Os argumentos contidos nas falas das personagens desta biografia são fantásticos, isso sem poder mencionar o quão maravilhosa é a atuação dos atores responsáveis por dar vida aos personagens principais deste drama. Você nunca viu nada igual.

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