[CRÍTICA] Deus não está morto 2

Titulo: God's Not Dead 2
Direção: Harold Cronk
Produção: Elizabeth Hatcher, Brittany Lefebvre, Michael Scott
Gênero: Drama
Distribuição: PureFlix Entertainment
IMDB 3.9
Avaliação: 7.5/10


Grace Wesley (Melissa Joan Hart) é uma professora cristã que, ao responder uma pergunta feita por uma de suas alunas, Brooke (Hayley Orrantia), acaba falando sobre Jesus Cristo em plena sala de aula. Tal situação lhe rende um processo administrativo impulsionado pela diretora Kinney (Robin Givens), que não quer que assuntos religiosos sejam tratados dentro da escola. Após se recusar a pedir desculpas pelo ocorrido, Grace é processada pelos pais de Brooke, que acreditam que a polêmica em torno do julgamento possa facilitar a entrada da garota em uma universidade de prestígio.



Deus não está morto se tornou uma duologia - Após o grande sucesso de Deus não está morto com investimento de dois milhões de dólares e com uma receita exorbitante de incríveis sessenta e sete milhões de dólares, a paramount (produtora do filme) decidiu dar continuação ao filme cristão que coloca a fé mediante a julgo popular e provações, fazendo com que nascesse assim Deus não está morto 2.

Em Deus não está morto, a fé de um jovem acadêmico cursando uma grade curricular para preencher os requisitos do seu curso declarado de pré-direito, é colocada em julgo, mediante à afronte de seu professor de filosofia que o desafia a provar que Deus não está morto. 

Seguindo a mesma linha de raciocínio, os produtores do primeiro filme decidiram colocar novamente Deus dentro de uma equação limitada para criar uma história de fé e debate público sobre questões religiosas, que buscam explicar de forma clara e objetiva com dados verificáveis a questão de que Deus não está morto.

O segundo filme da duologia conta a vida da professora Grace Wesley que leciona história numa escola primária que é levada ao tribunal pela direção do colégio onde trabalha por responder uma duvida cristã de uma aluna durante uma de suas aulas, nascendo assim um debate entre dois lados perante um juri que decidirá se ela está ensinando história ou pondo em prática seu proselitismo. 

Veja o trailer:



Crítica



O segundo filme da duologia é simplesmente melhor que o primeiro, sem dúvidas. Os roteiristas conseguiram pegar uma única ideia e criar dois roteiros com diferenças histórias e argumentativas que deram vida e ênfase ao que estava sendo retratado - O julgamento de Deus e a tentativa de provarem que Deus não está morto. 

A maioria dos personagens deste filme participaram do primeiro e isso foi magnífico, por que tornou Deus não está morto uma duologia, onde tudo tem uma ligação e as personagens possuem o mesmo relacionamento construído no primeiro filme e os mantem neste roteiro.

A história e os argumentos que constituem o filme são todas ideias circulares - ou seja, não requer grandes estudos ou pensamentos para poder se conseguir tê-los, mas nem sempre conseguimos pensar naquele ponto "x" de partida para iniciar uma discussão e defender nosso ponto de vista.

Sem dúvidas, um dos melhores filmes já lançados e se a ideia se perpetuar, os roteiristas e a produtora tem absolutamente tudo para se tornarem pioneiros no ramo das séries de filmes sequenciais. 


[CRÍTICA] Deus não está morto 2 [CRÍTICA] Deus não está morto 2 Reviewed by Vitor Lessa on sexta-feira, outubro 28, 2016 Rating: 5

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