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Editora Schoba relança "Bíblia dos militares"

ISBN-13: 9788580130584

ISBN-10: 8580130581

Ano: 2012 / Páginas: 925
Idioma: português 
Editora: Schoba

O movimento armado de 31 de março de 1964, que depôs João Goulart do cargo de Presidente da República, impediu um golpe que os comunistas planejavam desencadear naquela conjuntura que julgavam oportuna, em face dos desmandos de toda ordem, sobretudo políticos e econômicos, bem como da falta de autoridade que o País mal suportava. Salomão Malina, antigo Secretário-Geral do Partido Comunista Brasileiro, em entrevista à imprensa, reconheceu que setores do PCB, com a aprovação de Luiz Carlos Prestes, conspiravam com aquele propósito, por isso que, ardilosamente, iriam aproveitar-se do clima de agitação reinante, na maior parte, provocado pelo próprio governo. O Brasil caminhava, aceleradamente, para um desfecho imprevisível, em virtude do ambiente de desordem generalizada que se agravara a partir de 1961.

A polêmica bíblia dos militares voltou as bancas. A editora Schoba anunciou no mês de janeiro a nova remessa de livros da bíblia dos militares. O livro entrou em pré-venda no dia 20 de Janeiro.

A versão definitiva de ORVIL - Tentativas de tomada do poder, volta a estar disponível ao público. Desta vez, a editora Schoba optou por uma tiragem limitada. O livro possui 925 páginas e está com um trabalho editorial impecável.

Trata-se de um compêndio organizado em 1985, que traz a versão de oficiais do antigo Centro de Informações do Exército (CIE), destacando o golpe de 1964 – ou contrarrevolução, como preferem seus autores – e as histórias de combate a grupos esquerdistas durante os anos 60 e 70 no Brasil, opositores ao regime limitar.

ORVIL, LIVRO ao contrário, era o código usado pelos militares para se referir ao projeto que estava sendo escrito desde os anos de chumbo. A obra é assinada pelo tenente-coronel reformado Lício Augusto Maciel e pelo tenente reformado José Conegundes Nascimento, que trabalharam sob a coordenação do general Agnaldo Del Nero Augusto, falecido em 2009.

Com riqueza de detalhes, as páginas descrevem as quatro tentativas de tomada do poder pelos comunistas, que queriam implantar no Brasil um governo totalitário e com suas próprias regras. Em fins de 1987, o texto estava pronto, porém, a obra recebeu a denominação de ‘Tentativas de tomada do poder’ e foi classificada com o grau de sigilo reservado. Por esse motivo, o ministro do Exército, General Leônidas Pires Gonçalves, não autorizou a sua publicação de imediato, sob a alegação de que a conjuntura política não era oportuna.

“Devido à procura, para atender às solicitações que chegam à editora, decidimos fazer uma reimpressão especial de ORVIL - Tentativas de tomada do poder, lançado oficialmente em outubro de 2012. Antes disso, só estava disponível na internet”, destaca o editor João Lucas Schoba. “A versão digital continua na internet, mas há uma demanda grande pela obra na sua versão em livro”, complementa.

SAIBA MAIS SOBRE A OBRA:


O movimento armado de 31 de março de 1964, que depôs João Goulart do cargo de Presidente da República, impediu um golpe que os comunistas planejavam desencadear naquela conjuntura que julgavam oportuna, em face dos desmandos de toda ordem, sobretudo políticos e econômicos, bem como da falta de autoridade que o País mal suportava. Salomão Malina, antigo Secretário-Geral do Partido Comunista Brasileiro, em entrevista à imprensa, reconheceu que setores do PCB, com a aprovação de Luiz Carlos Prestes, conspiravam com aquele propósito, por isso que, ardilosamente, iriam aproveitar-se do clima de agitação reinante, na maior parte, provocado pelo próprio governo. O Brasil caminhava, aceleradamente, para um desfecho imprevisível, em virtude do ambiente de desordem generalizada que se agravara a partir de 1961.



Entretanto, os golpistas do “partidão” e seus aliados, mais uma vez, como já acontecera em investidas anteriores, que a história registra em cores fortes, não souberam identificar, na sociedade, a inquestionável repulsa a seus intentos de subversão da ordem e extremada violência. Dessa forma, entende-se o movimento armado de 31 de março, sem qualquer dúvida, como uma contrarrevolução que veio em socorro do povo brasileiro ameaçado seriamente pela baderna e pelo caos.

Hoje, os integrantes da frente de esquerda, que se apresenta solidamente enquistada no Poder, fiéis doutrinariamente à máxima de que os fins justificam os meios, voltam-se, especialmente, para as novas gerações, cujas mentes buscam envenenar com argumentação falaciosa, repetida à exaustão. Servem-se, largamente, de inocentes úteis, de vítimas da ignorância e de mentes corrompidas. Seus sequazes incentivam revisões da história que passam a narrar de forma distorcida, onde preponderam a mentira e a felonia. Nos postos de mando alinham-se, despudoradamente, terroristas, sequestradores, assaltantes de banco, criminosos todos, que se locupletam gulosamente de bolsas fartamente endinheiradas. Mas, o que é sumamente grave, novas urdiduras estão em marcha acelerada, pois a partir dos anos 1980, a revolução comunista no Brasil ganhou uma nova vertente inspirada na revolução gramsciana de transição para o socialismo. Sua convivência com pensamento e a práxis política marxista-leninista de alguns partidos caracteriza uma postura tática de pluralismo das esquerdas. O êxito, já alcançado na penetração intelectual e moral do corpo social, é inegável. Chega a um estágio que se teme possa ser irreversível.

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