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[ENTREVISTA] Arley França — Autor de " A Guerra dos Anjos"

Arley França | Acervo Pessoal | Divulgação

Ao invés de criarmos um texto apresentando o autor, iremos permitir que o mesmo faça:

Desde quando me lembro de ser um mero humano, acompanho histórias fantásticas. Essas eram contadas por meus pais, por livros, por estudos na escola. Além disso, sempre busquei entrar nesse mundo e me aprofundar cada vez mais na história escolhida. Assumo que muitas vezes foi difícil de eu próprio conseguir me tirar dessas dimensões. 

Incontáveis vezes me peguei viajando e criando histórias em cima de histórias, mas apenas em minha cabeça. Não podendo mais conter essas histórias presas, comecei a passar para o papel. Esses simples textos, aperfeiçoados, acabaram virando meu primeiro livro: A guerra dos anjos, que mal terminado, já tem uma parte de sua continuação. O turbilhão de histórias que chegam a minha mente é infinito.  Essas eu não sei de onde vêm. Se é de algum universo paralelo que realmente rolam essas histórias, ou se é uma simples criação da minha mente. Independente de qualquer coisa, isso é fantástico.

E é com este autor fantástico com quem teremos dois dedos de prosa hoje.

1. Como nasceu o seu relacionamento com a escrita?

R: Nunca fui adepto a leitura. Porém, tenho como dizer que dois livros foram os responsáveis para que meu relacionamento com a escrita começasse. Eles foram A Batalha do Apocalipse de Eduardo Spohr e Paralelos de Leonardo Alkmim. Ambos me mostraram histórias monstruosas de tão belas, criando assim a minha vontade de iniciar os meus mundos paralelos.

2. Qual foi o primeiro livro que você escreveu? E como surgiu a ideia de escrever um livro?

Guerra dos anjos | Nathalie Louzada
R: Meu primeiro livro foi A Guerra dos Anjos – Domínio Espiritual. A idéia surgiu a partir do final do livro A Batalha do Apocalipse. Quando o terminei, queria mais. Então criei o meu próprio universo angelical.

3. Quais suas principais inspirações literárias?

R: Stephen King, Leonardo Alkmin, F. P. Wilson, Roseli Magro, William P. Young, Martin Page e  Manoel Loureiro. Esses são os monstros da literatura, dos quais busco inspirações.

4. O que você considera mais difícil durante a escrita de uma história?

R: Não considero nada difícil no desenvolvimento de uma história. O mais difícil para mim, é me manter preso a essa história que estou escrevendo no momento, pois a vontade de escrever inúmeras outras é muito grande e por muitas vezes acabo pulando de galho em galho por vias disso.

5. Quando decidiu se tornar escritor?

R: Ao final de minha primeira história, quando decidi publica-la.

6. Qual de seus personagens você mais gosta?

R: Gosto muito de todos eles. Em A Casa Maldita, adoro o Henrique e o Jorge. Em O Vestido Negro do Diabo, gosto muito de Victor, um personagem conturbado. Em Zombie, de Leo, por ser amoroso e fragil. Mas os meus queridinhos, com certeza são Haziel, Caliel e Aron de A Guerra dos Anjos.

Guerra dos anjos | Reprodução
7. Como você sente quando recebe um comentário positivo a cerca de sua obra?

R: Tudo se resume em felicidade e alegria.

8. Pretende escrever novos livros? Tem algum projeto em mente chegando?

R: Com certeza, vários. Mas o que está em mente atualemente e já sendo passado para o papel, é o 2018 - Armagedon.

9. Qual gênero literário você mais se identifica?

R: Terror/Suspense/Psicológico

10. O que você diria para as pessoas que estão conhecendo tanto você, quanto a sua escrita agora?

R: Ah... Falar de mim não é muito fácil. O que posso dizer para todos é que escrevo porque amo e porque preciso. Se além de mim, eu tiver apenas um leitor para ler as minhas obras e conversar comigo sobre elas, estarei satisfeito. Quanto as minhas histórias, creio que de um modo relativo, elas podem ser muito loucas.

11. O que as pessoas devem esperar da sua escrita?

R: Na maioria das vezes elas encontrarão vertentes de nosso mundo real, se estendendo para diversas outras realidades, fantasiosas, ou não.

12. Qual passagem do seu livro te marcou mais? Existe um trecho que você goste mais que os outros?

Arley França
R: Vou falar em A Guerra dos Anjos. Com certeza a passagem que mais me marcou, beira quase ao seu final, quando Haziel descobre seu verdadeiro poder.

13. Como foi a recepção do público com relação ao seu primeiro livro?

R: Basicamente estão recebendo bem. Não recebi nenhuma critica negativa sobre a história até o momento.

14. O que te inspira a continuar escrevendo?

R: Turbilhões de histórias que não param de chegar na minha mente. Se eu não passá-las para o  papel, um dia posso ver-me em uma camisa de força rs

15. O que você diria para alguém que está iniciando a escrita do seu primeiro livro?

R: Que eu amo todos os personagens e que não foi uma história roteirizada. Escrevia para que pudesse saber o que aconteceria adiante. Foi uma experiência muito forte, da qual nunca mais senti com essa intensidade.

Lançamento do livro "Guerra dos anjos" Livraria Martins Fontes
16.Na sua opinião: Qual o pior erro que um autor pode cometer durante a escrita do seu primeiro livro?

R: Não considerero erros as dificuldade que encontramos no desenvolvimento da escrita. Tudo que passamos, serve para nos fazer aprender e aquele que um dia julgamos como um erro, pode ter sido o responsável pela caracteristica de nossa escrita, hoje. O que acho, é que devemos escrever todos os dias, nem que seja apena uma linha. Não escrever, é o erro.

17. onde podemos encontrar seus livros para compra? Qual você indica que nossos leitores conheçam primeiro?

R: Meus livros podem ser encontrados nos sites da Editora Chiado, ou na livraria Cultura e Amazon. Comigo eles também podem ser adquiridos, com dedicatória. Em meu site www.autorarleyfranca.com.br, pode-se baixar vários contos que disponibilizo a vontade para quem quiser baixar, podendo-se encontrar também metade do livro A Guerra dos Anjos.

Para iniciar em meus mundos, aconselho ou A Guerra dos Anjos, ou A Casa Maldita, que pode-se encontrar na Amazon, ou baixar nesse link http://www.autorarleyfranca.com.br/cronicas-da-maldicao/livros/a%20-casa-maldita-cronicas-da-maldicao.pdf

18: Qual a sua opinião sobre a literatura nacional nos dias de hoje? Acha que é bem divulgada pelos blogs literários e editoras?

R: Eu sinceramente acho que se não fossem vocês, blogueiros, ninguém conheceria nossos trabalhos. Nós, alteres nacionais, devemos muito a ajuda de vocês. Já quanto a literatura nacional, excepcional, pois os livros que mais gostei, são nacionais.

19. Se você pudesse dar um conselho para os seus amigos escritores por meio desta publicação, o que você diria a eles?

R: Que continuem escrevendo, pois uma pessoa do outro lado do mundo, pode estar precisando da sua história.

20. Obrigado pela oportunidade de conhecer um pouco mais de seu trabalho. Sucessos!

R: Eu que agradeço a oportunidade me dada pelo blog. Gosto de expressar as minhas opiniões e em primeiro lugar, escrever.

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Skoob de autor: https://www.skoob.com.br/autor/16874-arley-franca


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