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Os melhores livros para ateus e agnósticos

Reprodução

Talvez a vida não seja tão complexa para ser expressa em forma de parábola em livros considerados sagrados. Religião - Este é o ponto "x" da vida humana na terra. Por anos, a religião tem governado vidas, ditado regras, leis, doutrinas e dito como de fato as coisas devem ou não devem ser, o que me leva a acreditar que a sua criação não teve outro fundamento. 

Acreditar que um mundo cheio de desgraça, dor, doença e sofrimento foi criado por alguém extremamente bom e maravilhoso, cheio de graça tem sido uma duvida extremamente frequente entre os homens, os terrestres deste universo. Agnosticismo ou até mesmo o ateísmo tem tomado por completo a cabeça de pessoas que procuraram abrir os olhos para o que é óbvio: Não existe um criador, e nem nunca existiu, ao menos, é o que acredita os escritores dos livros que iremos indicar a seguir:

Para outras indicações maravilhosas acerca deste tópico, clique aqui.

1. Deus não é grande - Christopher Hitchens

Autor: Christopher Hicthens
Editora: Globo
Ano: 2016
Páginas: 472
ISBN:9788500022319
Deus não criou à sua imagem, foi o contrário. A partir desta afirmação o jornalista e escritor Christopher Hitchens ataca os alicerces de um dos mais importantes princípios da civilização ocidental - a religião. Questionador e de estilo incisivo, o autor põe em dúvida até o mais beato dos fiéis, mostra por que nenhuma religião oferece uma resposta satisfatória a vários questionamentos e porque a profusão de deuses e religiões tanto tem adiado o desenvolvimento da civilização.



2. O anticristo - Friederich Nietzch

Autor: Friederich Nietzch
Editora: L&PM
Paginas: 128
Ano: 2008
ISBN: 9788525417916

Escrito em 1888, último ano antes de Friedrich Nietzsche perder a lucidez, este ensaio é uma das mais afiadas análises de que o cristianismo já foi objeto. Dando continuidade ao exame sobre a moral praticado na maioria de seus livros, em "O anticristo" o autor firma sua posição sobre a doutrina religiosa. Ele mostra como o cristianismo – ao qual chama de maldição – é a vitória dos fracos, doentes e rancorosos sobre os fortes, orgulhosos e saudáveis, persuadindo e induzindo a massa por meio de ideias pré-fabricadas.
A partir da comparação com outras religiões, Nietzsche critica com veemência a mudança de foco que o cristianismo opera, uma vez que o centro da vida passa a ser o além e não o mundo presente. Até mesmo Jesus Cristo e o apóstolo Paulo são questionados, assim como grande parte de todos os dogmas cristãos, em um grande exercício filosófico.

3. O que Jesus disse? E o que não disse? - Bart D. Ehrman

Autor: Bart D. Ehrman
Editora: Prestígio
Páginas: 248
Ano: 2006
ISBN: 9788599170984

O livro mostra a história que está por trás das alterações que eclesiásticos políticos e copistas ignaros fizeram no Novo Testamento, causando um impacto enorme na compreensão e interpretação da Bíblia que temos hoje. Aqui, pela primeira vez é revelado onde e por que essas mudanças foram feitas, para que os pesquisadores possam avançar na reconstituição mais fiel possível dos termos originais do Novo Testamento. Um livro para leigos, teólogos, historiadores.

4. Deus um Delírio - Richard Dawkins

Autor: Richard Dawkins
Editora: Companhia das letras
Páginas: 524
Ano: 2007
ISBN:9788535910704

Num tempo de guerras e ataques terroristas com motivações religiosas, o movimento pró-ateísmo ganha força no mundo todo. E seu líder é o respeitado biólogo Richard Dawkins, eleito recentemente um dos três intelectuais mais importantes do mundo (junto com Umberto Eco e Noam Chomsky) pela revista inglesa Prospect. Autor de vários clássicos nas áreas de ciência e filosofia, ele sempre atestou a irracionalidade de acreditar em Deus, e os terríveis danos que a crença já causou à sociedade. Agora, neste "Deus, um Delírio", seu intelecto afiado se concentra exclusivamente no assunto e mostra como a religião alimenta a guerra, fomenta o fanatismo e doutrina as crianças.O objetivo principal deste texto mordaz é provocar: provocar os religiosos convictos, mas principalmente provocar os que são religiosos “por inércia”, levando-os a pensar racionalmente e trocar sua “crença” pelo “orgulho ateu” e pela ciência.
Dawkins despreza a idéia de que a religião mereça respeito especial, mesmo se moderada, e compara a educação religiosa de crianças ao abuso infantil. Para ele, falar de “criança católica” ou “criança muçulmana” é como falar de “criança neoliberal” — não faz sentido.
O biólogo usa seu conceito de memes (idéias que agem como os genes) e o darwinismo para propor explicações à tendência da humanidade de acreditar num ser superior. E desmonta um a um, com base na teoria das probabilidades, os argumentos que defendem a existência de Deus (ou Alá, ou qualquer tipo de ente sobrenatural), dedicando especial atenção ao “design inteligente”, tentativa criacionista de harmonizar ciência e religião.
Mas, se é agressivo para expressar sua indignação com o que considera um dos males mais preocupantes da atualidade, Dawkins refuta o negativismo. Ser ateu não é incompatível com bons princípios morais e com a apreciação da beleza do mundo. A própria palavra "Deus" ganha o seu aval na ressalva do "Deus einsteiniano", e o maravilhamento com o universo e com a vida, já manifestado em seus outros livros, encerra a argumentação numa nota de otimismo e esperança.


5. O problema com Deus - Bart D. Ehrman

Autor: Bart D. Ehrman
Editora: Agir
Páginas: 263
Ano: 2008
ISBN:9788522009893

Doutor em estudos bíblicos, Ehrman é um ex-pastor evangélico e conhecedor das escrituras. Estudando o livro sagrado dos cristãos, ele desconstrói vários conceitos, entre eles o do sofrimento do mundo, causado pelo pecado original. Honesta e logicamente, ele conta suas experiências pessoais e mostra o que o levou a perder a fé. E por que o Deus no qual ele acreditava não existe.




6. A magia da realidade

Autor: Richard Dawkins
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 272
Ano: 2012
ISBN:9788535920543

Existem muitas formas de magia. Nossos ancestrais usavam o sobrenatural para explicar o mundo antes do desenvolvimento do método científico. Os antigos egípcios explicavam a noite sugerindo que uma deusa engolia o sol. Os vikings acreditavam que o arco-íris era uma ponte entre a morada dos deuses e a Terra. Os japoneses diziam que os terremotos aconteciam quando um gigantesco bagre que carregava o mundo nas costas balançava a cauda. Essas histórias tinham como tema a magia, acontecimentos extraordinários. Mas há outro tipo de magia, que pode ser encontrado na alegria de descobrir as verdadeiras respostas para essas perguntas. Trata-se da ciência, a magia da realidade. Repleto de experimentos elaborados, belas ilustrações e fatos surpreendentes, este livro explica uma grande variedade de fenômenos naturais. Do que as coisas são feitas? Qual é a idade do universo? Por que os continentes parecem peças separadas de um quebra-cabeça? O que causa um tsunami? Quem foi o primeiro homem? 'A Magia da Realidade' pode ser lido como uma história de investigação de tirar o fôlego, que não se limita a expor o que os cientistas sabem, mas ensina o leitor a pensar como um deles. Richard Dawkins, o mais famoso estudioso da evolução e um dos mais apaixonados defensores da educação científica, dedicou sua vida a elucidar as maravilhas da ciência para os leitores adultos. Agora, ele utiliza sua capacidade inigualável de explicar as coisas para compartilhar a magia da realidade com leitores de todas as idades, em um maravilhoso guia ilustrado que pretende desvendar os segredos do mundo. 
6. Por que não sou cristão - Bertrand Russell

ISBN-13: 9788525417206
ISBN-10: 8525417203
Ano: 2008 / Páginas: 255
Idioma: português 
Editora: L&PM


Por que não sou cristão é considerado um dos mais blasfemos documentos filosóficos jamais escritos. Se a religião fornece respostas às perguntas que sempre atormentaram a humanidade por que estamos aqui, qual a razão da vida, como devemos nos comportar , Russell dissipa esse conforto, deixando- nos com alternativas mais perturbadoras: responsabilidade, autonomia e consciência do que fazemos. Normalmente citado junto ao Cândido de Voltaire, à Idade da Razão, de Thomas Paine, A ultima tentação de Cristo, de Martin Scorsese, e A vida de Brian, do Monty Python, Por que não sou cristão, apesar do tom bem-humorado, coloca ao leitor questões que nunca mais poderão ser ignoradas.

7. Religião para ateus - Alain de Botton

ISBN-13: 9788580570939
ISBN-10: 858057093X
Ano: 2011 / Páginas: 272
Idioma: português 
Editora: Intrínseca


Religião para ateus, a obra mais recente do autor, parte da premissa de que, com ou sem fé, é possível encontrar aspectos úteis, interessantes e consoladores nas religiões. E examina as possibilidades de transferir algumas dessas ideias e práticas para a vida secular. Nesse livro provocante e original, Alain de Botton sugere que a sociedade contemporânea tem muito a aprender com as religiões ao tratar de questões como vida em comunidade, moralidade, educação e arte. Ao descartar os dogmas e o sobrenatural, o livro resgata uma sabedoria que pertence a toda a humanidade, inclusive aos mais céticos.

8. Tratado de ateologia - Michel Onfray

ISBN-13: 9788560156351
ISBN-10: 8560156356
Ano: 2007 / Páginas: 214
Idioma: português 
Editora: Martins Fontes


Em nenhum lugar desprezei aquele que acredita nos espíritos, na alma imortal, no sopro dos deuses, na presença dos anjos, nos efeitos da prece, na eficácia do ritual, na legitimidade das encantações, nono contato com os loas, nos milagres com hemoglobina, nas lágrimas da Virgem, na ressurreição de um homem crucificado, nas virtudes dos cauris, nas forças xamânicas, no valor do sacrifício animal, no efeito transcendental do nitro egípcio, nas moinhas de preces, no chacal ontológico. Em nenhum lugar. Mas em toda parte constatei o quanto os homens fabulam para evitar olhar o real de frente. A criação de além-mundos não seria muito grave se seu preço não fosse tão alto: o esquecimento do real, portanto a condenável negligência do único mundo que existe. Enquanto a crença indispõe com a imanência, portanto com o eu, o ateísmo reconcilia com a terra, outro nome da vida.

9. O  relojoeiro cego - Richard Dawkins

ISBN-13: 9788535901610
ISBN-10: 8535901612
Ano: 2001 / Páginas: 488
Idioma: português 
Editora: Companhia das Letras


Neste clássico moderno da biologia, Richard Dawkins faz uma defesa vigorosa da visão darwinista e põe a nu as falácias polêmicas do criacionismo. Para o zoólogo, a síntese moderna entre as descobertas da genética e a idéia de seleção natural - antes árdua que aleatória - é capaz de fornecer respostas verificáveis e elegantes para o enigma das origens da vida e das espécies. Por outro lado, longe de sufocar nosso encantamento e nosso espanto diante da diversidade da vida que nos rodeia, o evolucionismo na verdade os torna mais vivos: não é admirável que o processo evolutivo - o relojoeiro cego do título - possa criar tanto com tão pouco?

10. Deus - Fréderic Lenoir

ISBN-13: 9788539005048

ISBN-10: 8539005042
Ano: 2013 / Páginas: 232
Idioma: português 
Editora: Objetiva



Filósofo, sociólogo, historiador das religiões e diretor do Monde des réligions, Frédéric Lenoir passou 30 anos investigando a figura de Deus ao longo da trajetória humana. Sua intenção era desenvolver uma abordagem sem resvalar para julgamentos sobre a fé, e, sim, estudar o fato religioso em suas diversas dimensões, notadamente as representações que os homens elaboram de uma força superior com frequência chamada “Deus”. O resultado dessa longa pesquisa, condensada no livro Deus, é uma análise objetiva e acessível que expõe o ponto de vista tanto dos ateus quanto dos cristãos.

Na obra, o autor apresenta uma série de perguntas e propõe algumas respostas. São questões metafísicas, históricas e sociológicas em que Lenoir questiona, por exemplo, se Deus existe, de fato, por que não se pode vê-lo. E indaga se Deus seria uma força, uma pessoa, uma energia ou um princípio criador. 

Lenoir investiga também quando os deuses apareceram na história da humanidade, se foram os judeus os inventores de um ser divino único e se as três maiores religiões monoteístas – judaica, cristã e mulçumana – compartilham o mesmo Deus. Em meio à investigação histórica, levanta conceitos pouco familiares ao Ocidente, entre eles o que chama de absoluto impessoal das sabedorias orientais, e debate como se construiu o ateísmo moderno surgido na Europa do século XVIII

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