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[ENTREVISTAS] Gabriel Ellan Lobato — Autor de "Mechas Vermelhas"

Acervo Pessoal | Divulgação

Gabriel Ellan Lobato (20). Desde que nasceu tinha em sua mente que queria fazer a diferença, com o tempo viu o quanto isso era difícil, sendo que as pessoas sempre tiveram a tendência em diminuir algo que não é conhecido. Aos 10 anos começou a escrever com mais animo e gosto, logo decidiu que queria escrever livros, assim adotando o método para passar ajuda, sentimentos e conforto para as pessoas. 

Reprodução - Mechas Vermelhas
1. Como nasceu o seu relacionamento com a escrita?

R - Eu praticamente nasci escrevendo. Desde criança eu escrevia cartinhas para minha mãe, depois fui para algumas frases, poemas, poesias e assim foi indo. 

2. Qual foi o primeiro livro que você escreveu? E como surgiu a ideia de escrever um livro?

R - Essa pergunta é um pouco difícil, porque eu já escrevi muitos livros, tantos que eu nem saberia dizer a vocês qual foi o primeiro, então vou falar o Mechas vermelhas, pois foi o único que eu terminei de fato. 

A inspiração para escrever livros veio depois que li “O pequeno príncipe”, achei tudo muito fantástico e queria criar algo parecido com aquilo, mas esse livro não foi a única coisa que me deu inspiração para escrever. Eu sempre quis “fazer a diferença”, trazer sentimentos, mostrar alguma coisa nova e encontrei essa oportunidade no meio da escrita.

3. Quais suas principais inspirações literárias?

R - Um escritor que eu tenho um imenso apreço é o J. R. R. Tolkien, pra mim as obras dele são a definição de fantástico. Gosto bastante do John Green também.

Fotos do lançamento do livro "Mechas Vermelhas"
4. O que você considera mais difícil durante a escrita de uma história?

R - Na minha opinião o que é mais difícil não é desenvolver a história, nem criar os personagens e nem nada disso. Pra mim o mais difícil é agradar nós mesmos, pelo menos isso é bem complicado quando vou escrever. Hoje mesmo se eu pegasse o Mechas vermelhas iria querer mudar muitas coisas e isso nem sempre é bom.

5. Quando decidiu se tornar escritor?

R – É engraçado falar disso, porque mesmo agora com um livro publicado, ainda não me considero um “escritor”, sabe? Sei lá, parece que ainda não caiu a ficha. Mas teve um momento que eu decidi levar tudo isso mais a sério, como uma profissão, e isso foi quando comecei a postar meus textos pela internet. Eu recebia várias mensagens de pessoas dizendo que aquilo era “a cara dela” e que após ler aquilo ela se sentiu revigorada.

6. Qual de seus personagens você mais gosta?


R - Tenho um carinho especial por todos, mas se fosse para escolher algum, seria o John. Ele representa tudo que eu queria ser quando era mais novo. Um cara confiante, que nem sempre sabe o que falar, ou fazer, mas que está sempre ali para dar o seu melhor. O Jacob me representa, um “eu” mais antigo, mais fechado e pensativo. Vocês podem esperar algumas mudanças nele na continuação de Mechas vermelhas.

7. Como você sente quando recebe um comentário positivo acerca de sua obra?

R – Ainda não sei bem como reagir, sabe? É sempre a mesma sensação, fico tão feliz que não sei o que falar e sempre sai apenas um “Obrigado!”, mas na verdade estou explodindo de felicidade por dentro.

8. Pretende escrever novos livros? Tem algum projeto em mente chegando?

R - Sim! No momento estou trabalhando na continuação do Mechas vermelhas e posso adiantar desde já que fazer uma continuação é algo bem mais complicado.

9. Qual gênero literário você mais se identifica?

R - O romance, toda com certeza. É o gênero que eu mais busco para ler e consequentemente, é o que eu escrevo.

10. O que você diria para as pessoas que estão conhecendo tanto você, quanto a sua escrita agora?

R - Bom, sobre mim eu diria para vocês terem paciência, porque minha cabeça é bem bagunçada e provavelmente, se você estiver esperando a continuação do Mechas vermelhas, vai demorar um pouco. Sobre minha escrita, eu diria que é algo bem único e diferente, ela carrega muito sentimento e dedicação. Tenho quase certeza que irão gostar. 

11. O que as pessoas devem esperar da sua escrita?

Lançamento do livro "Mechas Vermelhas" | Acervo Pessoal | Reprodução
R - Então, eu tento sempre ser muito sólido no que escrevo, se é para transmitir uma emoção, faço o máximo para que isso seja possível. Cada palavra, frase e paragrafo tem uma grande bagagem emocional. Tudo é atenciosamente escolhido para que as sensações possam ser transmitidas de uma forma unanime.

12. Qual passagem do seu livro te marcou mais? Existe um trecho que você goste mais que os outros?

R - Pra mim todo o capítulo “A festa” é o que mais me marca no livro Mechas vermelhas. É o divisor de águas e é onde muitas das duvidas acabam e aparecem algumas certezas. O trecho que eu mais gosto está nesse capitulo, mas não vou citar ele aqui porque seria spoiler.

Lançamento do livro "Mechas Vermelhas" | Reprodução
13. Como foi a recepção do público com relação ao seu primeiro livro?

R – A recepção tem sido muito boa, tenho recebido várias mensagens das pessoas dizendo que o livro as ajudou de alguma forma e isso me completa de um jeito imensurável, afinal era isso que eu queria transmitir quando comecei a escrever livros.

14. O que te inspira a continuar escrevendo?

R – Saber que eu posso melhorar o dia de uma pessoa com uma criação minha me da sempre uma inspiração a mais. A vida é muito estressante em si, então se a pessoa vai a uma livraria e resolve comprar algo meu, quero transmitir o máximo de emoção para ela e fazer que tudo aquilo seja único.

15. O que você diria para alguém que está iniciando a escrita do seu primeiro livro?

R - Tenha paciência, ainda mais se você for uma pessoa como eu. Antes do Mechas vermelhas eu já comecei a escrever inúmeros livros, alguns passaram da quantidade de páginas que o Mechas tem em seu produto final e eu simplesmente apaguei por não estar mais gostando da obra. Tente encontrar o seu gênero “chave”, sabe? Aquele que você passa horas escrevendo e nem vê o tempo passar. Escrever um gênero que você não tem afinidade vai fazer você cansar rápido e consequentemente, desistir. 

16. Na sua opinião: Qual o pior erro que um autor pode cometer durante a escrita do seu primeiro livro?

R - Pra mim o maior erro que um autor pode cometer é abandonar o seu gênero de escrita, ou o seu modo único de escrever pra tentar algo mais “comum”.

17. onde podemos encontrar seus livros para compra? Qual você indica que nossos leitores conheçam primeiro?

R - Atualmente o livro só pode se encontrado no site da Editora Arwen. 
(A venda do livro representa a versão física)

18: Qual a sua opinião sobre a literatura nacional nos dias de hoje? Acha que é bem divulgada pelos blogs literários e editoras?

R - A minha opinião sobre a nossa literatura é que ela está crescendo muito, já encontrei autores que tinham apenas 12 anos e com livros publicados! Isso é realmente fantástico, mas por outro lado a nossa divulgação ainda é difícil, sendo assim não basta apenas ser bom, tem que investir bastante em meios de se promover também.

19. Se você pudesse dar um conselho para os seus amigos escritores por meio desta publicação, o que você diria a eles?

R – Uma coisa que me ajudou muito e que eu com certeza diria como conselho é: Escutem os seus revisores, levem as criticas como algo para deixa-los ainda melhores e enriquecer a obra de vocês. Tenho certeza que em nenhum momento o revisor quer diminuir você, mas sim te ajudar.

20. Obrigado pela oportunidade de conhecer um pouco mais de seu trabalho. Sucessos! 

R – Muito obrigado vocês! Fico muito feliz de estar participando dessa entrevista e espero que vocês leitores tenham gostado do que leram aqui. Aquele abraço!

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