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Michael Laub e o Tribunal da quinta-feira

Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS / Zero Hora

A internet é hoje o maior veículo de comunicação usado no mundo. Tudo está à um passo de pesquisa, basta digitar o que você procura na internet que você rapidamente ganha acesso e informação sobre qualquer assunto em qualquer parte do mundo, e o melhor de tudo, você só precisa de uma conexão estável para estar conectado ao mundo. Até que ponto a facilidade da web interfere na vida do ser humano? Michael Laub (44), nascido em Porto Alegre — gentílico, Porto-Alegrense — hoje radicado em São Paulo, autor de sete romances e um livro de contos, Laub é hoje, um dos maiores escritores brasileiros e uma das referências literárias no gênero ficção. O tribunal da quinta feira é o livro mais recente do autor, lançado através da Editora Companhia das Letras, que aborda um tema muito comum nos dias atuais, humilhação pública por intermédio das mídias sociais.
Foto: Companhia das Letras / Divulgação

Atrás de seus versáteis computadores, adolescentes, jovens e adultos adquirem uma coragem fora dos parâmetros para criticar severamente atitudes alheias, contrárias às suas crenças e ideologias e até mesmo ofender um estilo de vida. Comentários indesejados, compartilhamentos que podem se tornar perigosos e conversas que podem servir como documentação de um fato, ou causar um. Assim vivem as pessoas que se conectam diariamente com seus contatos onlines, vivendo, escrevendo, compartilhando e não pensando nas consequências.

Em o tribunal da quinta feira, Laub nos apresenta uma história fictícia de um publicitário que tem suas conversas expostas na internet e sofre um linchamento virtual. Assim como todo autor contemporâneo, Laub nos apresenta uma série de fatores e sucessão de fatos que mostram toda sua capacidade para com a sua escrita, o livro apresenta um paralelo entre o acontecimento com o publicitário e a chegada da Aids no Brasil no ano de 1980.

Você pode conferir mais detalhes acerca da publicação de Laub lendo sua entrevista para o jornal "Zero Hora".
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