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Escreva sobre o que você gostaria de ler

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Existe uma teoria que nos diz que nós não podemos formar uma opinião sobre determinados assuntos até que tenhamos passado por algo semelhante, para que nossa opinião seja concreta e objetiva com relação ao acontecimento, afinal, quando não sabemos a realidade e a intensidade de uma determinada situação, nossa colocação não torna-se uma opinião, apenas uma visão de nossos fatos, e acredite ou não, existe uma diferença gritante entre o que você pensa saber e o que você sabe de fato. Também existe a teoria de que você nunca vai conseguir mudar os defeitos de alguém, enquanto persistirem os seus, e isso é algo tão verdadeiro que a maioria das pessoas acabam caindo em desespero quando veem que alguns planos de suas vidas não foram concretizados e acabaram sendo deixados de lado em algum momento, pelo simples fato de não possuirmos uma capacidade intelectual suficientemente elevada para que nosso senso crítico torne-se aguçado suficientemente para reconhecermos que nós possuímos limitações, e elas, devem ser respeitadas.

Ok, muita filosofia para um texto só, inclusive, o título não fez nenhum sentido no primeiro parágrafo, porém, iremos intensifica-lo e trabalha-lo melhor nestes próximos que o sucedem, tá bem? Então tá. Tem cerca de um ano e meio que eu escrevo de forma profissional — e não, não estou associando meu profissional com poder aquisitivo — e o que eu mais tenho percebido é a preocupação exacerbada de alguns escritores em produzirem boas histórias, ok, isso é normal, porém, a maioria não lê e critica quem o faz. Se você é o tipo de pessoa que acha que vai conseguir criar uma ideia única e original, olha, eu seguro na sua mão e te apoio, porém, saiba que você nunca vai conseguir escrever algo cativante se você não escrever sobre algo que você leria. É comum encontrarmos pessoas que não gostam daquilo o que acabam produzindo, assim como tem surgido editoras interessadas apenas em dinheiro e trabalhar apenas como gráfica iludindo alguns autores, existem autores que só pensam em escrever sobre assuntos em "alta", ou seja, se o livro que se destacou este ano é sobre física e eu não gosto do assunto, vou procurar gostar para escrever um livro dentro deste gênero, porém, existem alguns erros de lógica dentro deste pensamento, o primeiro deles é bem visível à todos nós: NUNCA iremos conseguir produzir um bom conteúdo se não gostamos da temática que estamos abordando, escrever sobre o que se gosta é crucial para desenvolver uma escrita cativante e relevante para o mercado editorial.

As melhores ideias surgem nos momentos mais inesperados desta vida — SIM, nestes momentos em que você não está esperando — pode ser que a grande ideia que vai dar vida ao seu livro, surja durante o uso do banheiro, do ônibus ou no meio de uma festa, ou simplesmente em um ensinamento que você aprendeu com algum parente, momento ou em um pensamento rápido que a vida lhe proporcionou do nada.

As melhores ideias surgem nos momentos mais inesperados desta vida — SIM, nestes momentos em que você não está esperando — pode ser que a grande ideia que vai dar vida ao seu livro, surja durante o uso do banheiro, do ônibus ou no meio de uma festa, ou simplesmente em um ensinamento que você aprendeu com algum parente, momento ou em um pensamento rápido que a vida lhe proporcionou do nada.

Tenha sempre em mente estes conselhos de amigo, hein?
  1. NÃO ESCREVA SOBRE ALGO QUE VOCÊ NÃO DETÉM CONHECIMENTO.
  2. Não queira escrever o melhor livro do mundo em apenas um mês, existem escritores que rasgam a primeira página quinhentas vezes antes de prosseguir. A pressa é inimiga da perfeição.
  3. Todo autor é também um leitor, se você não lê, não pode escrever. Afinal, quem não exerce a leitura, não saberá desenvolver bem a escrita.

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