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Novidades editoriais de Maio, Chiado Editora


Confira as novidades editoriais do mês de maio da Chiado Editora. 

ECOS DO DESASSOSSEGO

Uma espécie de diário define a história de Thoughts, uma rapariga bulímica com uma mente complexa e um coração apertado. Tendo crescido num ambiente aparentemente normal, a vida dela transformou-se durante a adolescência, quando um bicho denominado gordura começou a atormentar os seus dias longos e tristes.
Contado na primeira pessoa, este é um conto real que aborda pensamentos relacionados com a morte, impulsos desmedidos, o amor incondicional e o sofrimento de uma pessoa instável e insegura que, apesar de toda a dor, está repleta de sonhos e ambições.

CALA-TE E BEIJA-ME

Envoltos no ambiente místico da cidade do Porto, de ingenuidade encantadora numa mão e  um amor arrebatador noutra, Xavier é um menino que se faz homem pela intensidade dos olhos de Cláudia. Sem asas e sem medo do perigo do seu olhar, o jovem embrenha-se num relacionamento que o transcende. O sorriso daquela mulher entranha-se na pele e transforma-o. Pelas mãos dela é levado a descobrir um "eu" adormecido. Xavier ambiciona o melhor para ambos e vê na carreira militar a possibilidade de alcançar esse objectivo. A estadia em Moçambique como "capacete azul" fortalece os laços frágeis de uma união que tem tudo para ser perfeita. Todavia destrutivo, se aproximando em silêncio, o destino, ignorante das consequências, intervém e obriga-o a fazer uma escolha. Doente, Xavier tem de escolher se permite que Cláudia o acompanhe no doloroso processo de cura ou se lhe nega esse sofrimento. Cabeça e coração debatem-se e o vencedor não é mais que o vencido.


DE QUE COR SÃO AS PALAVRAS?

Autor: Manuel Santos
Se os Dogon entendem que as palavras têm odor, Manuel dos Santos suspeita-lhes a cor. Suspeita, mas sabe. E de tal modo o sabe, que neste livro as revela maioritariamente luminosas e vestidas de verde.
As palavras que deseja resgatadas e «abertas como janelas», enchem poemas de esperança e de futuro: os meninos sonham, as mulheres inventam a vida, as canoas dançam e as palmeiras embalam.
«Deixai-me voltar para as entranhas das palavras
E descobrir aí o sentido das coisas
Perceber o que falam mesmo quando caladas
E como descobrem o fio da foice
Com que lavram os rios que nascem nas mãos
Dos construtores dos castelos da solidão». 

POESIA NA ESCOLA — ESTRATÉGIAS MOTIVACIONAIS


Entendemos que é fundamental que a escola promova a educação holística dos seus alunos, tornando-se necessário criar oportunidades e situações de aprendizagem conducentes ao seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e social. Para isso, recorremos à poesia como estratégia e à poesia enquanto conteúdo de aprendizagem que implica a criança na construção de aprendizagens significativas. De igual modo, procuramos promover momentos de introspeção, de isolamento – ontos – para em seguida, nos darmos a conhecer ao mundo – cosmo – através de valores, ideais e pretensões – axiologia – com vista a uma integração ativa, consciente, afetiva e efetiva na sociedade – social.
Neste livro, preocupamo-nos em perceber e discutir as conceções teóricas sobre o domínio da poesia e, alicerçada nesta pesquisa, desenvolvermos estratégias para que a poesia seja vivida nas escolas, de forma ativa, pedagógica, lúdica, dinâmica e a(e)fetiva.
A poesia como dimensão motivacional, como um mundo de oportunidades para descobrir, uma nova forma de ver, fazer, aprender, ser e estar conducente à educação holística da criança.

ALÉM DA TERRA. ALÉM DO CÉU — ANTOLOGIA DE POESIA BRASILEIRA

A Antologia de Poesia Brasileira Contemporânea "Além da Terra, Além do Céu" reúne cerca de 1500 poemas escritos em língua portuguesa por autores nascidos em todo o Brasil.


ATRAVÉS DA MÚSICA

“A voz de Esperança surgia após eu repetir três, quatro vezes a mesma canção. No início apenas se ouvia a minha voz, depois ia surgindo a de Esperança e, por fim, predominava a sua voz grave, funda, profundamente bela e lá estava esta senhora a recriar as melodias da sua região.”
“E, na última sessão em que estivemos juntas, lembro-me que eu cantei, desta vez não só o refrão, mas quase a totalidade da canção. Maria praticamente não tinha forças para cantar, mas seguia-me com um movimento de lábios.”
De uma forma comovente e partindo de situações concretas, a autora faz-nos sentir a importância e o poder da música na promoção do bem-estar da pessoa com demência e da Pessoa em fim de vida.
Dirige-se a familiares, cuidadores formais e informais de pessoas com demência, técnicos na área da saúde, musicoterapeutas e público em geral.

MENINO


Pedro e Paulo conheceram-se na escola primária e estabeleceram, desde o primeiro dia, uma forte relação de amizade. Diferentes  mas completando-se nessa mesma diferença, crescem e apreendem a adaptar-se não só as suas fragilidades como as suas fortalezas.
Em Menino uma série de testes irão por à prova essa amizade. Até onde podemos ir para proteger alguém de quem realmente gostamos? Será que valerá mesmo a pena todos os  sacrifícios implicados?

VIOLÊNCIA E VINGANÇA


O homem teve mais do que inicialmente esperava, passar a noite bêbedo e com companhia. A rapariga deu-lhe uma informação adicional sobre um caso de violência e essa obriga-o a pensar em retribuir, a fazer o que tem feito até agora. A questão é fazê-lo antes de mais violência, que está sempre à espera, num beco qualquer ou à saída de um bar.


TROVA DE CAIO E BENILDE

Reino de Leão, século XI. Caio é enviado para o castelo das Fragas, na inóspita costa cantábrica, a fim de iniciar a sua formação de cavaleiro. O seu espírito independente e a atitude irreverente desagradam à corte do padrinho, mas suscitam a simpatia do povo do domínio. Integrado como escudeiro na mesnada das Fragas, participa no cerco de Toledo. Aí é armado cavaleiro de el-rei Afonso VI de Leão e Castela, e permanece alguns anos combatendo na fronteira efervescente do al-Andalus.
Um dia, inesperadamente, é chamado a regressar ao Norte para ocupar o lugar de alcaide do castelo das Fragas, ordem que cumpre a contragosto. Com o passar do tempo, no entanto, Caio vai-se apercebendo da forte ligação que o prende ao domínio e às suas gentes, e conhece Benilde, a donzela a quem decide dedicar a sua vida. É então que uma sucessão de intrigas se interpõe entre os jovens apaixonados e a felicidade sonhada… 

O CHEVROLET COR DE CORAL

1959. Um Chevrolet cor de coral percorre picadas e estradas de terra batida, atravessando as províncias de Lunda Norte, Malange, Cuanza Norte e Luanda. Ao volante, um empresário português que regressa a Portugal com a mulher e os filhos pequenos, depois de vários anos de emigração, enfrenta uma longa e desafiante viagem, cheia de peripécias e marcada por alguns perigos.
O título da segunda parte, Gente do mato, pode ser visto como um atributo comum às diferentes personagens. Em curtas narrativas inspiradas em histórias verdadeiras e centradas em episódios do quotidiano, retrata-se a vivência africana da família, entre gentes e bichos, num espaço de partilha, de amizades, de convívio de culturas, de descoberta e de confronto entre diferentes visões do mundo e dos outros.

ALMA E AÇO — NAKAMA


Depois de 70 anos sem confrontos, o Governo Mundial, organização soberana do planeta, vê-se confrontado pelo surgimento de uma nova entidade.Perante poderes místicos e tecnologia de ponta, escondidos pelas areias do tempo, a omnipotência do Governo é posta em causa pela primeira vez.Num outro ponto diminuto do globo, um grupo de jovens atreitos a perigos enleia-se nos diferentes pilares da organização governamental, numa busca de respostas para os seus poderes metafísicos — legado deixado por guerreiros do passado.
Os valores morais do Governo Mundial são julgados, as ameaças antevêem-se, e o poder dos jovens guerreiros vai crescendo, através de aventuras e confrontos, demasiado clamorosos para serem ignorados pelos olhares do Mundo. Sem conseguir rotulá-los como “ameaça” ou “aliados”, o Triunvirato do Governo Mundial lança-os contra um inimigo singular e estranho, que incita o despoletar de um conflito global. Inicia-se aGuerra dos Deuses, lutada a alma e aço

O LADO D CÁ, DO LADO DE LÁ

Um homem, um passado criminoso que nunca quis feito na rota da droga, a flexibilidade convenientedo sistema judicial e o subproduto humano produzido pela prisão.E a pergunta!
Como medir dentro de um homem a culpa, a maldade e o arrependimento?
“Porque há quem mate sorrindo e quem roube chorando”
Como o sentiu na pele, e isso lhe dá o direito, apersonagemacusa a sociedade de apenas pensar a justiça, sem a sentir.
Ficcionadoem dois mundos reais, empresta o autor á personagem conhecimento pessoal, sobre os dois lados dos muros prisionais.
No “Lado de Lá, “o seu “fundo do poço” na queda desamparada da droga, entre o desenrolar de histórias,de crimes e homens, talvez maus talvez bons, Civic, a personagem, assumindo o seu crime, rejeita o peso da condenação. E do “Lado de Cá”, sente-se agora, pelo erro frio da desproporcionalidade, portador de crédito com a justiça, para a praticar:
“Tenho plena consciência de que muitos, são os cancros do mundo e o que vou fazer, não passa da eliminação de uma das inúmeras metástases, de um deles.”
Justiceiro, dir-se-á! Psicopata talvez. Tem no gato com quem divide casa,seu alter-ego,
Reconheço que a sensação de que ele me responde e contesta, colocando-me na mente frases e mesmo respostas, embora já não me incomode, roça sem dúvida a loucura. Ou não!?” 
e como alvo na sua justiça, a pessoa de um ex-político pedófilo. A sua missão!
“Missão a que a própria sociedade afere sentido, sempre que poupa os poderosos e faz dos fracos exemplo, sempre que aplica dois pesos, quando o poder alivia um deles e a silenciosa mafia das influências se faz sentir”

SER TOTAL

Ser Total é a pessoa que encontrou a totalidade de si mesmo. Por isso, sabe que possui um componente de Natureza Divina e que não precisa de intermediários para se comunicar com Deus.
Além disso, cria condições para a mente pensante receber conhecimentos que a sua faculdade racional não tem capacidade para produzir.
Sabe também que seu Espírito tem na Alma seu meio natural de locomoção, podendo se deslocar a qualquer parte de tudo que existe, tanto do macro quanto do microcosmo.
Constata que não existe o Juízo Final, que não existe um Juiz Celestial que condena uns e absolve outros por benevolência, clemência, piedade ou qualquer outro favorecimento pessoal. O que existe é uma relação de causa e efeito que marca inexoravelmente o Espírito humano, tendo este que passar por mais sofrimento ou menos sofrimento em função do mal que fizer a si ou ao seu semelhante, ou ainda pelo bem que deixar de fazer.
Venha conosco nesta fascinante viagem ao encontro do seu componente de Natureza Divina e descubra o enorme potencial de realização que possui na condição de SER TOTAL.

VIAGEM À PALESTINA — PRISÃO A CÉU ABERTO

Mabilia pega o leitor pelas mãos e passeia com ele pelas paisagens da Palestina. De modo generoso, deixa transparecer os seus próprios medos, suas perplexidades e incertezas... o seu texto se mantém no exato ponto de equilíbrio entre os sentimentos e a reflexão política. É um exercício extremamente difícil, pois sempre corre o risco de descambar para o subjetivismo inerente à reação meramente emocional ou para a forma fria e seca do tratado teórico. Mabilia não cai na armadilha, e o resultado é este livro, que foge completamente aos estereótipos e caricaturas que costumam marcar a produção jornalística sobre aquela região.


CENAS DA VIDA MENOR


A violência sobre mulheres em Portugal tem sido aceite com mansidão, quase como uma inevitabilidade.  Pior ainda, muitas vezes é percebida como um acaso, produto de instantes de desatino.
Este livro pretende mostrar, em quatro histórias, como essa violência se inscreve, hoje,  num tecido cultural e mental bem definido.
O melhor que pode acontecer a estas páginas é virem a ser apenas a memória de um passado distante.


E DEUS ERAS TU


Seriam eles como queriam ou como a vida os forçou a ser?
Ela era indiferença.
Ele era fé.
Os seus caminhos nunca se teriam cruzado se não tivessem um tormento em comum:a fuga incessante de quem eram ou pensavam ser.


AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM DOS ALUNOS

Como se aprende?
Como se ensina?
Como se avalia aquilo que se aprende?
Nas sociedades atuais, onde a heterogeneidade é a palavra de ordem, será que as práticas letivas respeitam as diferenças entre os alunos?
Esta obra pretende ser uma reflexão sobre o processo de ensino/aprendizagem/avaliação em contexto escolar, procurando analisar os contributos da prática da diferenciação pedagógica para uma aprendizagem mais autêntica e significativa.
avaliação das competências dos alunos deve estar integrada no próprio processo de aprendizagem de modo a fomentar o desenvolvimento da capacidade de autorregulação e autoavaliação de quem aprende. A implementação de portfolios, a aplicação de testes em duas fases e a resolução de problemas pelos alunos são possíveis estratégias de trabalho que respeitam os diferentes ritmos e estilos de aprendizagem, promovendo o sucesso educativo dos alunos.


CARTA DE PAIXÃO E AMIZADE


Com muitas saudades dessa nossa amizade que existia antes, ou você fingia ser? Pela minha parte era pura, e continua a ser, tenho-lhe mandado umas comunicações partilhadas.
Mas só você as pode ver, sei que as vê no telemóvel, mas pelo menos não custava muito dizer um ola, só para eu saber que esta bem, se por acaso fosse minha amiga, no qual continuo a duvidar da amizade que dizia ter, e por hoje ficamos por aqui á manha haverá mais.
Mas não posso ir embora sem primeiro olhar para a foto e lhe dar as boas noites assim ditam as boas regras da vida e da amizade. 


MISCELÂNEA


"Miscelânea" é a 56ª obra do autor, entre livros (45) e opúsculos (11) publicados desde 1962/63, quando editou dois volumes de "Fala a Velha Guarda", como "Subsídios para a história do automobilismo em Portugal". Mais tarde, à Aviação Portuguesa consagrou oito opúsculos resultantes de conferências proferidas em diversas instituições. A história e o turismo preencheram desde sempre os trabalhos do autor, que foi desde a juventude um viajante nato; com sua mulher, e preferencialmente de automóvel, viajou pelos cinco continentes, foi ao encontro e divulgou a presença de Portugal no mundo e levou ao ponto mais setentrional da Europa o primeiro automóvel de matrícula portuguesa.
Os livros de viagens sucederam-se anualmente, foram "guias" para uns tantos leitores. 
A colaboração na imprensa foi extensiva à maior parte dos principais jornais diários e a diversas revistas, contando-se por mais de quatro milhares os artigos publicados. Numa experiência de dezoito anos, foi director de uma revista de estradas e turismo. Está presente no Dicionário Cronológico de Autores Portugueses.

O 8º PORTAL — A PROFECIA


Os Guardiões do Mundo dos Sonhos levam-nos ao mundo para onde a nossa alma viaja quando sonhamos. Neste mundo, onde forças opostas habitam Sunbrilo e Mallumo, somos confrontados com os nossos medos e só os mais fortes conseguem regressar para lutar pelos seus sonhos. Mas as forças opostas estão em desequilíbrio e é preciso salvar o Mundo dos Sonhos. 
Sara e Bernardo são chamados e partem com a missão de trazer de volta a Sunbrilo os habitantes das grutas de Mallumo. O que eles não sabem, é que já foram guardiões noutras vidas e que o destino dos dois está traçado há muito tempo numa Profecia - Têm que restabelecer o equilíbrio no Mundo dos Sonhos e dar início a uma nova era.

NO COMEÇO DA NOVA TRAVESSIA


Não posso perder tempo com a realidade!
A urgência transporta-me
Para dentro de mim
Sem paragens nem escalas.

APOPSTOSE DA ALMA


Somos o produto de um ciclo interminável de destruição e renovação.
Apoptose ou simplesmente morte celular programada é o termo derivado do grego que se refere à queda das folhas das árvores no outono - uma autodestruição que implica renovação.
Tal como nos carros, os motores da nossa vida que nos movem e guiam precisam irreparavelmente de renovação sistemática e profunda. 
Nós, humanos, somos seres inacabados em constante mudança presos às correntes dos imparáveis ponteiros. Somos seres finitos e efémeros, procurando permanentemente sentir que somos ouvidos, que somos significativos. Pois, que outra maneira nos libertaríamos do medo do esquecimento? Unicamente pela imortalidade das palavras.

IDADE MODERNA


Este livro é sobre a Idade Moderna, que oficialmente decorreu entre 1453 (tomada de Constantinopla) e 1789 (Revolução Francesa). Foram trezentos anos marcados pelo triunfo da razão (Descartes), pelo sistema heliocêntrico de Galileu, pelos descobrimentos portugueses, ou pelas hecatombes de peste negra e queima das bruxas. O tempo da grande angústia humana, vivida entre a miséria hedionda e a mais sumptuosa riqueza. Três séculos marcados pela apoteose cristã, mas também pelo recuo gradual da Igreja Católica. Tudo foi um cadinho de alquimista, uma experiência de contradição. Acima de tudo foi o tempo de o ser humano procurar a sua razão de “Ser”. Como dizia Descartes, um ser humano existe porque pensa, mas acrescentemos: é também aquilo que pensa, um povo também. Assim, “Novo Iluminismo precisa-se. A crise de consciências permaneceu”.
Na Lisboa do século XVI, o rei Sebastião, aquele que pouco ou nada fez e muito menos percebia de sexo, publicou um alvará, enviou as prostitutas para a Madragoa, Rua do Açúcar e Escadinhas dos Fiéis de Deus. Ficassem à parte das mulheres honradas. Era Sebastião, o santo coroado e controverso. Desapareceu em Alcácer Quibir na famosa “Batalha dos Três Reis”, o seu destino permanece um mistério. Pela mesma altura, na Ribeira das Naus, os travestis desfilavam com pose e alarido, perucas deslumbrantes e maquilhagem extravagante. Eram resquícios da Grécia clássica, mais os três dias da vida cheios de furor e renúncia.
Este trabalho sobre a Idade Moderna é politicamente incorrecto, mas deixá-lo ser. Se contribuir para reacender o rasto de luz que Portugal um dia subestimou já não será em vão. Para não ficarmos aqui como dizia Geofredo Vallé: “Quem vive no temor, seja daquilo que for, feliz não pode ser”.


A FLOR BRANCA DO BAOBÁ

O presente livro é o extracto de um mundo de palavras, sentimentos, sensações que quer queiramos quer não, retém qualquer animosidade e conduzem-nos a um estado de divagação inadvertida. Vários mundos num universo desigual ou plural que às tantas leva-nos do sonho à realidade ao ponto de nos sentirmos num mundo abstrato em que nele exteriorizamos o lado oculto de sentimentos que embora pessoais eram, até então, uma novidade para todos nós. O conjunto “dos mundos” e lugares percorridos em cada um destes poemas, as pessoas com que nele cruzamos ou privamos de forma não calculada, a visão, o tacto e o olfato bem como o convívio experimentado, transformaram os meus sentidos em sentimentos vividos nos instantes de toda e qualquer vivência partilhada. Os baobás, imbondeiros ou calabaceiras de nome científico “adansonia” que me serviram de inspiração são de facto um género de árvore com mais de oito espécies encontradas em África, no Médio Oriente e na Austrália. O seu tamanho, conota-se ao resultado e à imensidão de cada momento que só o bom uso da palavra, metáforas, gestos, animosidade, facetas e descrições conseguem abarcar um vasto leque de pequenos detalhes de cada um dos poemas de forma tão ímpar quanto íntima.


CONFINAMENTO

Os poemas narram a descoberta de um povo no Brasil. É  uma transposição poética, uma história dos traslados em que a realidade e a ficção se imbricam uma na outra no território brasileiro.


IAN BARDEN E OS GUARDIÕES DO UNIVERSO: Tomo Um - A Reunião dos Reis


Portadores de braceletes que lhes permitem controlar tempo e matéria, os Guardiões são uma Ordem responsável por manter o Multiverso em equilíbrio, livre de anomalias naturais ou impostas pelos Guardiões exilados junto com Dimitrí.

Ian é retirado de sua vida de estudante do ensino médio e transportado a um mundo completamente fantástico e surreal, viajando por realidades alternativas e se descobrindo um Guardião do Tempo. Obviamente nem tudo são flores e ele descobre que o legado de seu pai, supostamente morto após o nascimento do filho, é grande o suficiente para que Ian seja perseguido por Dimitrí, o maior gênio da história dos Guardiões, e o maior rebelde que a Ordem já viu.

Aventure-se com Ian em planetas medievais, futuristas, místicos e bizarros, enquanto ele descobre mais sobre seu papel na Existência, combatendo anomalias que afetam o tecido do espaço-tempo. Em Universos paralelos! Com alienígenas!

O LEGADO DA RUINA — VOL 1


Em um mundo entre tantos, o Império de Yxor dominava toda a terra conhecida pelo homem. Seu poderio com exércitos vastos e legiões de magos sempre assegurou o controle sobre os reinos subordinados a ele.
Sob o comando de Rognam, um herói que surgiu em tempos obscuros e devolveu a esperança aos homens, o Império yxoriano cresceu e se expandiu até que todos os homens se ajoelhassem perante o imperador-deus.
Um casamento foi celebrado entre ele e a herdeira do maior dos rebeldes, a filha de Sirar, o Leão, regente da nação sulista de DacMeth, com o intuito de unificar aqueles que um dia foram inimigos e de trazer a prosperidade acompanhada de paz.
Dessa união três crianças nasceram, três príncipes de personalidade e objetivo diferentes. Regnar, o mais velho e herdeiro do trono, luta contra as vontades irrecusáveis de seu pai para tentar seguir seu caminho. Arcaedas, um feiticeiro tamanhamente talentoso, quanto arrogante, assolado por uma enfermidade que o privou do sentido da visão. Syric, o mais novo, um rapaz confuso, com o presente e o futuro envoltos em dúvidas e mistérios.
Cada um parte em sua jornada pessoal, motivados por ambições e vontades particulares.
Mas a suposta prosperidade no Império é fraca. Enquanto Yxor julga ter controle sobre os reinos conquistados, seus monarcas indignados pela opressão duradoura tramam silenciosamente a queda do Imperador e da unidade conquistada por ele. E, nas sombras mais densas um ser sinistro de tempos imemoriais espreita, pacientemente, tecendo planos macabros e aguardando seu momento de revelação. 

O ELEFANTE DE CAXEMIRA


Um jovem cristão, professor de uma Universidade de Boston, após descobrir um novo planeta, vê-se no dilema entre a fama e uma vida simples. Ao ser recrutado por uma Organização Secreta para trabalhar em um projeto espacial juntamente com uma equipe de novos cientistas, depara-se com a oportunidade com a qual sonhou desde a infância: uma viagem interestelar. Ele conhece um astrofísico indiano do qual se torna amigo, chegando a viajar para a região da Caxemira, onde presencia o conflito entre o Paquistão e a Índia. No oriente, em meio à destruição provocada por ataques terroristas e os assassinatos de cristãos, descobre uma nova amizade e um amor arrebatador que o fará repensar sobre suas escolhas. Uma história regada à tensão, aventura, amizade e amor o cercará continuamente, levando-o, por fim, a uma decisão que mudará o rumo de sua vida para sempre.


NÃO SOU POETA


Nesse compilado de emoções que você, leitor, segura agora em suas mãos, existe dentro destas páginas, uma escrita sem métrica, muitas vezes perdida nela mesma; inconclusiva como a mente que o escreveu. Mente que já foi tomada pela depressão e por desilusões. Mente que já esqueceu o que era verdade. Aqui jaz as palavras de um amante, escritor e solitário.


A VIDA EM CRÔNICAS E POEMAS


Uma coletânea de Crônica e Poemas, que foi escrita durante muitos anos de trabalho árduo e inspirações, sejam elas de um belo dia de sol, ou de uma melancólica noite chuvosa. Nesta obra, o autor Delano Paz mostra sua visão do mundo moderno, com uma pitada de suspense e drama.
            A obra é dividida em duas partes, sendo a primeira composta de crônicas e a segunda, de poemas. Tais textos prendem a atenção do leitor frente à emoção que obtêm ao serem lidos, que arrancam suspiros e causam arrepios devido à intensidade com que os temas são abordados.
            “...Os meses se passaram, mas aquele homem não se esquecera do que havia experimentado àquela noite, à luz do luar. Aliás, era esse o seu pensamento de todas as noites a posteriori. O asilo inviolável que residia localizava-se à beira de um lago que ficava ao lado do parque, cenário de todo aquele episódio trágico. Da abertura na parede se enxergava o lago e o parque. Uma visão literalmente privilegiada!” (Excerto da crônica Do outro lado do Lago.)

ALGUÉM COMO VOCÊ

Jamie Evans é um dos solteirões mais cobiçados da atualidade, sendo ator e administrando uma grande empresa de publicidade. Ele é arrogante, pretensioso e estupidamente lindo. E mesmo com várias mulheres aos seus pés ele não acredita no amor. Ao contrário de Lindsey Collins a sua nova diretora, que tem vida complicada, um passado oculto e um noivado rompido. Ele um galã irresistível. Ela é a típica puritana. A relação entre eles está bem longe de ser um mar de rosas, mas Lindsey tem certo ar misterioso que intriga cada vez mais o seu atual chefe. Juntos eles vão descobrir que as aparências enganam. E que apesar de todas as diferenças, eles são mais parecidos do que imaginam.


PERSONALIDADE DE PLÁSTICO


O acaso cria a natureza, a natureza cria o animal, o animal cria a cultura, a cultura cria a arte, a arte recria a natureza do animal, que recria a cultura do acaso...


QUEM É VOCÊ QUANDO VOCÊ ESTÁ SÓ?


Emerson Congo é um pastor tradicional em uma igreja local e dono de um orfanato. Filho de imigrante africano, ele viu na cidade grande a oportunidade de realizar os seus sonhos altruístas, constituindo uma família honrada e construindo uma vida financeira típica da classe média. Abel Giacomelli, ou Abelli, como prefere ser chamado, é um transexual que conseguiu conquistar o glamoroso mundo da moda, tornando-se, além de empresário bem-sucedido, dono de uma grife; um ativista assíduo e dedicado na defesa dos direitos referentes à comunidade LGBT. Suas histórias se cruzam quando Abelli vai parar no orfanato o qual Emerson é responsável, a fim de adotar uma criança. A partir deste momento, duas realidades completamente contrárias colidem bruscamente, revelando preconceitos, dilemas, angústias e, principalmente, segredos ocultos de ambos os lados, daqueles que só admitimos quando estamos sós.

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