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Semana da política da Amazon, livros com até 50% OFF





Por séculos, pessoas de prestígio e sucesso profissional se debruçaram sobre um dos livros mais influentes de todos os tempos - O Príncipe, de Maquiavel -, em busca de estratégias para alcançarem sucesso e poder. Napoleon Bonaparte, Winston Churchill, Franklin Roosevelt, Tony Blair entre centenas de outras personagens do nosso mundo assumiram publicamente o valor da obra e seu uso prático como um manual para se posicionar adequadamente no jogo do poder.

Nesta edição, fruto de um trabalho único na história, os ensinamentos de Maquiavel se tornam mais relacionados ao mundo atual. "Poder & Manipulação" não é simplesmente uma nova tradução, mas uma edição da obra original, tal como seria se ela estivesse sendo publicada agora, pela primeira vez, focada nos temas perenes, relevantes ao mundo de hoje. E vai além: inclui uma análise objetiva das vinte estratégias mais importantes do clássico. Ao compreender estas lições, o leitor estará mais bem preparado para defender-se das pessoas manipuladoras e de posse de ferramentas para agir com mais segurança, ousadia e astúcia diante da vida.

Esta obra pode ser chamada assim: Como "O príncipe", de Maquiavel explica o momento histórico em que nos encontramos.


Quem não leu este livro não tem — e nem terá — a menor ideia do que se passou nos anos 1990. Foi quando o Brasil, ao torrar suas estatais, emprestar dinheiro para os compradores as adquirirem e aceitar moedas podres no pagamento, fechou alguns dos piores negócios de que se tem notícia. Mais: antes de privatizar as empresas de energia e telefonia, o governo do PSDB turbinou as tarifas em até 500 por cento, o que premiou o comprador e puniu o consumidor. Seu autor, Aloysio Biondi, um dos mais importantes jornalistas de economia que o país já teve, não recorre ao discurso político-ideológico para nos convencer. Usa uma ciência mais neutra, a matemática. Aqui, os números falam pelas palavras. É um trabalho profundo, meticuloso e — importante — didático. Biondi procurou e descobriu as muitas caixas-pretas das privatizações. E, para nosso espanto e horror, abriu uma a uma, escancarando o tamanho do esbulho que a nação sofreu.


Em ensaio muito aguardado, o cientista político e ex-porta-voz do governo Lula André Singer analisa o fenômeno eleitoral mais importante das últimas décadas e suas consequências na política brasileira. 

Em novembro de 2009, a prestigiosa revista Novos Estudos, do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), publicou um artigo de André Singer que já se tornou um marco da ciência política brasileira. Escrito durante o auge da popularidade desfrutada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, "Raízes sociais e ideológicas do lulismo" analisava o grande realinhamento eleitoral ocorrido no país durante o pleito de 2006. O subproletariado - isto é, a massa de dezenas de milhões de pessoas excluídas das relações de consumo e trabalho, e que sempre havia se mantido distante da ameaça de "desordem" representada pela esquerda - aderiu em bloco à vitoriosa candidatura à reeleição. Ao mesmo tempo, a classe média tradicional se afastou de Lula e do PT após as denúncias de corrupção que originaram o caso do "mensalão". Invertia-se, desse modo, a trajetória eleitoral do partido e de seu principal líder, até então apoiados majoritariamente pelos eleitores urbanos e pelos estratos sociais de maior renda e instrução.
Neste ensaio inédito, muito aguardado pelos observadores e atores da política nacional e que cristaliza suas reflexões sobre o tema, o autor explica como a manutenção da estabilidade econômica e as ações distributivas patrocinadas pelo Estado estão na raiz do massivo apoio das classes populares a Lula - e, a partir de 2010, a sua pupila Dilma Rousseff. Grande conhecedor dos bastidores do PT e do primeiro governo Lula, Singer realiza uma aguda radiografia das relações de classe e poder no Brasil.


A articulação política para a formação do governo. O necessário convívio com o fisiologismo. As intrigas palacianas. Os atritos com o Congresso. A negociação com os setores retrógrados. A reforma do Estado. A solidão. Durante seus dois mandatos como Presidente da República (a primeira entrada data de 25 de dezembro de 1994, quando o presidente eleito mas não empossado reflete sobre a composição do ministério), Fernando Henrique Cardoso manteve o hábito quase semanal de registrar, num gravador, o dia a dia do poder.
Os diários têm a franqueza das confissões deixadas à posteridade - como de fato era a intenção original do autor. Neles transparecem as hesitações do cotidiano, os julgamentos duros de amigos próximos, os pontos de vista que mudam com os fatos, as afinidades que se criam e as que arrefecem. Para o leitor, são não só uma janela aberta para a intimidade do poder como uma ferramenta valiosa para a compreensão do Brasil contemporâneo.
Os registros orais de FHC foram transcritos por Danielle Ardaillon, curadora do acervo da Fundação Instituto Fernando Henrique Cardoso, revistos pelo autor e pela editora, e serão organizados em quatro volumes bianuais (1995-6; 1997-8; 1999-2000; 2001-2). Os dois primeiros anos compreendem quase noventa horas de gravação, decupadas a partir de 44 fitas cassete, que renderam mais de novecentas páginas.


Encerrada em setembro de 2016, dias depois que o Senado aprovou o impeachment de Dilma Rousseff, a segunda edição de "A outra história da lava-jato", ganhador do Prêmio Jabuti 2016. Contém um capítulo novo, que narra, em minúcias, a mais grave ruptura institucional ocorrida no país depois do golpe militar de 1964. Num relato que combina acontecimentos decisivos a uma análise em profundidade dos interesses envolvidos em cada situação, Paulo Moreira Leite mostra o nascimento de uma articulação subterrânea que, antes dos protestos de junho de 2013, já tinha como objetivo encerrar o ciclo de governos comprometidos com os interesses da maioria dos brasileiros, iniciado com a posse de Lula no Planalto – fosse através das eleições marcadas para o ano seguinte, fosse através de um golpe de Estado.


Como demonstram os prefácios, artigos, conferências e ensaios reunidos em Como mudar o mundo, a militância política de Eric Hobsbawm tem convivido de modo fecundo com sua consagrada produção intelectual. Numa coletânea que abrange décadas de intensa proximidade com a obra de Karl Marx (1818-83) e a tradição marxista, o historiador britânico reafirma a atualidade das reflexões sobre o capitalismo realizadas pelo filósofo, sociólogo e jornalista alemão - e seu colaborador, Friedrich Engels (1820-95) - a partir da década de 1840.
O livro consiste numa espécie de tributo à influência de Marx sobre Hobsbawm, algo visível ao longo de toda sua trajetória acadêmica e política. Firmemente estabelecidas desde 1931, quando ingressou ainda adolescente numa liga de jovens comunistas em Berlim, as simpatias ideológicas do historiador não comprometem, contudo, a lucidez da sua interpretação dos trágicos erros cometidos ao longo do século XX em nome das ideias do autor de O Capital.
A primeira parte de Como mudar o mundo é dedicada ao estudo das condições de produção e recepção dos textos fundadores do marxismo, como o Manifesto do partido comunista, os Grundrisse e A situação da classe trabalhadora na Inglaterra. Hobsbawm aponta os antecedentes históricos do pensamento marxiano em diversos autores, destacando, contudo, sua originalidade na interpretação global da sociedade capitalista e de suas contradições atuais.
Na segunda parte, o autor analisa a história do marxismo a partir da década de 1890 (depois da morte de Engels), destacando sua trajetória inicial entre os sindicatos operários, o crescimento dos partidos social-democratas europeus, a luta antifascista entre a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, e a influência do marxismo na obra de intelectuais do pós-guerra e nos regimes comunistas da Europa e da Ásia. O pensador italiano Antonio Gramsci e sua intervenção no debate marxista são objeto de dois capítulos.


Palmério Dória, um dos jornalistas mais respeitados do País, conta pela primeira vez, num livro, toda a história secreta do surgimento, enriquecimento e tomada do poder regional pela família Sarney, no Maranhão, e o controle quase total, do Senado, pelo patriarca que virou presidente da República por acidente, transformou o Maranhão no quintal de sua casa e beneficiou amigos e parentes. Um livro arrasador, na mesma linha de "Memórias das Trevas", que tinha o também senador Antonio Carlos Magalhães como personagem e vendeu mais de 80.000 exemplares quando foi lançado.


Uma verdade incômoda sobre o Mensalão
Neste livro corajoso, independente e honesto, o jornalista Paulo Moreira Leite, que foi diretor de Época e redator -chefe de Veja, entre outras publicações, ousa afirmar que o julgamento do chamado mensalão foi contraditório, político e injusto, por ter feito condenações sem provas consistentes e sem obedecer à regra elementar do Direito segundo a qual todos são inocentes até que se prove o contrário.
Os acusados estavam condenados por aquilo que Moreira Leite chama de opinião publicada, que expressa a visão de quem tem acesso aos meios de comunicação, para distinguir de opinião pública, que pertence a todos — antes de o julgamento começar. Naquele que foi o mais midiático julgamento da história brasileira e, possivelmente, do mundo, os juízes foram vigiados pelo acompanhamento diário, online, de todos os seus atos no tribunal. Na sociedade do espetáculo, os juízes se digladiaram, se agrediram, se irritaram e até cochilaram aos olhos da multidão, como num reality show.


Um acontecimento inusitado assombrou o Brasil em 2008: o poderoso e enigmático banqueiro Daniel Dantas foi preso pelo delegado federal Protógenes Queiroz, por ordem do juiz Fausto De Sanctis, e conduzido algemado para uma cela comum, acusado de vários crimes. Mas logo depois foi libertado, por ordem do então presidente do Supremo Tribunal Federal — STF, Gilmar Mendes. As provas da investigação foram anuladas. O delegado foi afastado de seu trabalho e elegeu-se deputado. O juiz deixou sua vara e assumiu o cargo de desembargador no Tribunal Regional Federal, mas em área sem relação com crimes financeiros, sua especialidade. O que teria acontecido? Neste livro, que se lê como um thriller policial, o repórter investigativo Rubens Valente, da Folha de S. Paulo, desvenda toda a história, com a revelação de aspectos inéditos, documentos e segredos.


Como explicar o sucesso político quase hegemônico do governo Lula ao final de seu segundo mandato?

Aqui, o psicanalista e ensaísta Tales Ab'Saber faz um balanço das condições políticas e da natureza do pacto social realizado naqueles oito anos, que impulsionou a renovação do carisma do líder petista. Tal movimento histórico é pensado aqui como a emergência de um carisma pop, uma ordem avançada de dominação política, em que a figura do homem público é investida dos poderes próprios da forma mercadoria e seu fetichismo endógeno.

Autor do polêmico O fim da história e O último homem, entre outras obras importantes do pensamento social e político contemporâneo, Francis Fukuyama apresenta, em seu novo e ambicioso livro, a longa trajetória das instituições políticas, das organizações tribais até o Estado moderno.
Neste primeiro volume, As origens da ordem política, ele se pergunta sobre as razões pelas quais diversos Estados hoje ainda resistem a investir integralmente no modelo ocidental. A resposta, no entanto, exige que o autor saia de sua zona de conforto e transite em outras disciplinas como História, Biologia, Economia e até Arqueologia.
O resultado é uma reflexão profunda e original que percorre a história das instituições políticas e das suas origens mais remotas, em sociedades tribais, até a Revolução Francesa. Entretanto, ao contrário das tradicionais narrativas historiográficas norte-americanas, Fukuyama não se limita à experiência ocidental. O quadro geral que ele monta recria a reflexão sobre a necessidade humana pela política e insere chineses, indianos e turco-otomanos dentro de um conjunto de experiências que formou o atual quebra-cabeça político, afinal, a universalidade da globalização é determinada justamente pela coexistência dessas diversidades.
Com a ousadia de sempre, Fukuyama oferece ao leitor um enorme passeio pelas principais civilizações da história. Um relato no qual somos levados a descobrir a imensa variedade de tradições e costumes políticos que legaram tanto desafios quanto oportunidades para o mundo contemporâneo. Uma pesquisa notável conduzida por um dos maiores pensadores dos nossos dias.


Mais de vinte anos após a queda do Muro de Berlim e o fim da União Soviética, o legado intelectual de Karl Marx e Friedrich Engels ainda pode ajudar a compreender as transformações do mundo contemporâneo? A crise financeira deflagrada em 2008 escancarou as fragilidades estruturais do capitalismo e ratificou diversos postulados dos autores do Manifesto do Partido Comunista. Desde então, o grande número de reedições dos livros basilares do marxismo em todo o mundo atesta que o estudo das contradições inerentes à reprodução do capital tem se renovado e ampliado. 

Análise militante da luta de classes, denúncia dos mecanismos de perpetuação da opressão, este que é um dos textos políticos mais influentes da história moderna retorna com o selo Penguin-Companhia das Letras para seguir provocando polêmicas e paixões. Com tradução direta do alemão por Sergio Tellaroli e posfácio do filósofo marxista Marshall Berman, além de prefácios de Marx e Engels para edições em vários países, o Manifesto recupera a força explosiva da prosa original. Como afirma Berman, o autor de O capital, "ateu fazendo as vezes de profeta bíblico, ainda tem muito a dizer".


“Um filósofo francês de 95 anos de idade, Stéphane Hessel, publicou há pouco um panfleto de poucas páginas, com o título de Indignem-se (“Indignez-vous”). Nele, defende que os jovens de hoje devem retomar a indignação que sua geração tinha contra o nazismo e o capitalismo adicionando a contra o capital financeiro a desigualdade e a indiferença que do mundo diante das injustiças e ineficiências do sistema -financeiro. É um bonito texto em menos de trinta páginas e que vem sendo vendido em grande quantidade. Comprei a 13ª edição francesa na cidade de Hamburgo, Alemanha. Ao lado da livraria, em um café Balzac, de uma só vez li todo o texto e ali mesmo, inspirado no Hessel, que eu conheceria alguns meses depois, escrevi este Reaja.”Cristovam BuarqueBrasília, setembro 2011


O que está acontecendo com o governo Dilma? Além do 'soy contra' ou a favor, que diagnóstico fazer num momento em que até a história parece incerta? Dilma Rousseff e o ódio político, escrito no calor da hora, é um retrato muito sintético, que procura retornar às origens da crise. Compreende, por um lado, a incapacidade do Partido dos Trabalhadores em produzir uma política que lhe fosse minimamente favorável, indiscriminado do ocaso econômico do projeto lulista. E, por outro, a emergência de uma nova direita organizada no país, e seu ideário que recupera a voz do conservadorismo brasileiro mais radical. Que fazer?


"Extraordinário... Parece hoje inacreditável que tucanos e petistas pudessem ter colaborado tão intensamente". — Clóvis Rossi, na Folha de S. Paulo
18 dias é a história por trás da ofensiva diplomática de Lula e FHC para quebrar a resistência do governo norte-americano ao PT nas eleições de 2002. 
No livro, Matias Spektor, professor da Fundação Getulio Vargas e colunista da Folha de S. Paulo, revela uma faceta desconhecida dos bastidores do poder: o papel da política externa durante uma troca de comando no Palácio do Planalto.
Com documentos inéditos e entrevistas exclusivas, a obra reconstitui os 18 dias da transição presidencial mais delicada de nossa história recente.


Veneno para os ratos. Você quer saber como os ratos roem o queijo enquanto você dorme após um dia exaustivo de trabalho honesto? Acorde no meio da noite para surpreendê-los no Celeiro Brasil. Em Sanguessugas do Brasil, o escritor e jornalista Lúcio Vaz sai a campo para mostrar os bastidores da corrupção que vem envergonhando o país nas últimas décadas. Não só envergonhando, mas empobrecendo a nação em todos os sentidos. Se já é difícil criticar alguém por um deslize qualquer, imagine, então, colher provas para desmascarar corruptos que até mandam matar os denunciantes. O repórter sai a campo de peito aberto, embora munido das cautelas da profissão.

Nesta obra, Lúcio Vaz nos surpreende ao esmiuçar 12 escândalos nacionais com uma linguagem rápida e leve, entremeada por passagens pitorescas que humanizam o que poderia nos deixar simplesmente revoltados. Depois de ler as 12 denúncias que compõem este livro, só nos resta pressionar para que a impunidade esteja com os dias contados. Cada vez mais, a população vem saindo às ruas para protestar e mostrar a sua indignação. Guerrilheiro da palavra, Lúcio Vaz abre caminho ao nosso lado. Cada um luta como pode. Este livro é um veneno para os ratos

Jean Wyllys, escolhido como o melhor deputado federal do Brasil em 2013, escreve sobre minorias, as manifestações de junho, homofobia, política e maconha.

Dono de uma trajetória imprevisível e surpreendente, Jean Wyllys saiu da pequena cidade de Alagoinhas, no interior da Bahia, estudou jornalismo, venceu o Big Brother Brasil em 2005, para se tornar, enfim, um dos grandes defensores das minorias e dos direitos humanos no Congresso Nacional - e um dos deputados mais atuantes do país. 
Tempo bom, tempo ruim fala sobre assuntos que vão desde as manifestações populares de junho de 2013 até a homofobia e o racismo no futebol, passando pela telenovela, a legalização da maconha e o impacto das tecnologias da comunicação. Com lucidez, erudição e honestidade implacável, Jean Wyllys revê sua trajetória e as lutas que trava diariamente, revelando ao leitor os conflitos sociais e raciais do Brasil, um país de avanços e retrocessos, de tempo bom e tempo ruim


A História de Mora engloba uma série de episódios ocorridos em torno de um ícone da política brasileira no século 20: Ulysses Guimarães. Figura central no processo de democratização do país, no livro do jornalista Jorge Bastos Moreno os fatos decisivos e trágicos da trajetória do deputado e constituinte são contados por um narrador especial, que a tudo vê com olhos de esposa, dona Ida Malani de Almeida, carinhosamente apelidada de Mora. No meio de uma às vezes terrível luta política entre homens, o livro apresenta um olhar marginal no melhor sentido do termo, um olhar cheio de afeto e sentimento, mas também perspicaz como só uma mulher sabe ser. Ou, nas palavras do antropólogo Roberto DaMatta, que assina a introdução da obra, “Mora observava tudo tirando dos fatos a sua participação como um ator fora do proscênio e, com isso, filtrava e desvestia os acontecimentos da aura da sacralidade e segredo que tipificam o mundo político, no caso do Brasil e o mundo em geral”. Com mais de 35 anos de carreira, Jorge Bastos Moreno é um dos experientes jornalistas políticos do país. Dono de estilo informal, interessou-se em conhecer a vida do casal Ulysses e Mora depois de uma longa viagem que fez pela Ásia e Europa na companhia dos dois, como enviado do jornal “O Globo”. Sem pretensões à biografia, o livro nasceu, segundo o autor, de uma única aspiração: contar as histórias da vida de um dos mais importantes políticos brasileiros. Em especial, a saga da sua candidatura à Presidência da República, em 1989, e a determinação de Mora em enfrentar a maioria dos governadores do país, todos do PMDB, para impor o nome do marido. “Dizem que acabei mudando a História do país ao enfrentar 20 ou mais governadores que tentavam impedir a candidatura de Ulysses Guimarães, na primeira eleição direta pós-ditadura. Ou seja, barrar o sonho de uma vida inteira”, conta Mora, em primeira pessoa, no depoimento ao jornalista.



 "A história mais impactante da República". Imagine conhecer o mestre da corrupção, o professor de todos os corruptos, o regente do submundo do alto escalão do crime. Agora isso é possível, pois os autores compartilham com você uma história inimaginável, apresentando também de forma inédita o curso geral, elaborado pelo Dr. Corrupção, que ensina tudo sobre como ser eleito, manter-se no poder e ganhar muito dinheiro na política. Ao mesmo tempo que a leitura deste livro te deixa por dentro das técnicas mais avançadas da picaretagem política, acaba também com o plano do Dr. Corrupção de seguir como um ilustre desconhecido da quase totalidade dos brasileiros.

Está mais do que na hora de todos conhecerem o que apenas uma minoria sabe e tira proveito em prejuízo de todo o restante da população.

Não podemos esquecer que o inimigo precisa ser conhecido e analisado para poder ser derrotado.


Cartazes, bandeiras, balas de borracha, máscaras e vinagre servem de matéria-prima para os trabalhos reunidos neste livro. O engajamento nos protestos que tomaram as ruas do país em junho de 2013 se combina aqui, no entanto, com um esforço de reflexão abrangente, que faz da mobilização popular um ponto de partida para repensar a constituição da sociedade brasileira, seus atuais rumos e dilemas.
Feitas a quente, essas análises dispensam o fechamento das explicações definitivas em favor de um pensamento que se mantém em aberto. Como os espaços que, ao serem ocupados pela multidão, assumiram mais uma vez sua vocação pública, no sentido mais forte do termo – das praças, pontes, ruas e avenidas de centenas de cidades até o prédio do Congresso Nacional. Detonados pelo aumento de 20 centavos da tarifa do transporte público, sua primeira pauta, os protestos se tornam agora eles mesmos um estopim da reflexão.
O alcance de junho deixou perplexos seus protagonistas e espectadores, fosse pelo barulho das vozes insatisfeitas ou pela violência da repressão, pelas manchetes da grande mídia ou pelas coberturas no meio da rua. De certo, apenas a convicção de que novos movimentos não podem ser reduzidos a velhas ideologias e polaridades. É assim que esse livro procura pensá-los: naquilo que têm de mais inesperado, desconhecido e – por isso mesmo – inspirador.


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